20 de May de 2019

Dezenas de falhas de segurança em roteadores da Cisco ameaçam emails corporativos

Pesquisadores de segurança digital encontraram sérias vulnerabilidades envolvendo dezenas de dispositivos de rede da fabricante norte-americana Cisco. Essas falhas de segurança permitem que pessoas mal-intencionadas enganem a parte dos produtos que checam se as atualizações de software vêm de fontes legítimas ou não.

Notícia

De acordo com especialistas entrevistados pela revista Wired, essas vulnerabilidades podem colocar em risco os emails enviados dentro de uma organização, já que existe a chance de eles passarem por roteadores comprometidos.

Site oficial: Roteador Cisco ASR 1001-X

“Nós mostramos que nós conseguimos desabilitar o Truste Anchor [checagem de updates seguros] de maneira silenciosa e permanente. Isso significa que nós podemos realizar mudanças arbitrárias para um roteador da Cisco, e que a Trust Anchor ainda irá reportar que o dispositivo é confiável. O que é assustador e ruim, já que isso está presente em todos os produtos importantes da Cisco. Em todos”.
- Ang Cui, diretor executivo da Red Baloon

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Ao menos as mensagens enviadas para receptores externos constituem um risco menor, já que esse tipo de correio eletrônico tende a ser criptografado. A Cisco confirmou que está trabalhando em correções via software para corrigir o hardware afetado. Mesmo assim, especialistas afirmam que um patch para o problema será difícil de ser desenvolvido.

“Como um ponto de esclarecimento, a Cisco anuncia várias capacidades relacionadas e complementares para segurança das plataformas. Uma das que são relevantes para essa discussão é a Cisco Secure Boot, que proporciona acesso root para um sistema de confiabilidade de integridade e autenticidade de software. Outra capacidade oferecida dentro de certas plataformas da Cisco é o módulo Trust Anchor, que ajuda a proporcionar autenticidade de hardware, identidade de plataforma e outros serviços de segurança para o sistema. O módulo Trust Anchor não está diretamente envolvido no trabalho demonstrado pela Red Balloon”.
- Porta-voz da Cisco em comunicado enviado para a Wired

Via: BBC Fonte: Wired

Article source: https://mundoconectado.com.br/noticias/v/9186/dezenas-de-falhas-de-seguranca-em-roteadores-da-cisco-ameacam-emails-corporativos

Fala Mercado Ep 2 – Como traçar linhas de tendência de alta e baixa? – André Moraes na Bolsa de Valores

No Fala Mercado de hoje, André Moraes responde uma dúvida muito frequente entre os Investidores que estão dando os primeiros passos na renda variável:

Como traçar linhas de tendência de alta e baixa?

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Cáritas capacita refugiados no Rio de Janeiro em tecnologia da informação

Parceria da Cáritas com a Fundação Banco do Brasil, a Cisco Networking Academy e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) oferece oportunidades de formação para que refugiados ganhem competitividade no mercado de trabalho. Cursos incluem noções de tecnologia da informação, mundo digital e empreendedorismo.

Cursos do projeto MARES tm tido grande procura por parte de refugiados de vrios pases. Foto: Diogo FelixCursos do projeto MARES tm tido grande procura por parte de refugiados de vrios pases. Foto: Diogo Felix

Cursos do projeto MARES têm tido grande procura por parte de refugiados de vários países. Foto: Diogo Felix

​Oportunidade é uma palavra “sagrada” para pessoas em situação de refúgio. Quem deixa seu país às pressas e chega a uma terra estrangeira em busca de paz não costuma desperdiçar as chances que surgem no caminho. Prova disso era a sala de aula lotada de pessoas refugiadas e solicitantes de refúgio em um edifício do Centro do Rio de Janeiro, durante um sábado de sol, com temperaturas acima dos 30º C.

A cena era fruto da mais nova estratégia de empregabilidade do Programa de Atendimento a Refugiados e Solicitantes de Refúgio (PARES), da Cáritas do Rio de Janeiro.

Em parceria com a Fundação Banco do Brasil e a Cisco Networking Academy, e com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a organização lançou, no primeiro trimestre de 2019, o projeto MARES – Mediação para o Aprendizado de Refugiados e Solicitantes de Refúgio. A iniciativa consiste na promoção de diversas ações para capacitação profissional. O objetivo é promover a inclusão no mercado de trabalho das centenas de pessoas que a Cáritas atende semanalmente.

Nessa primeira fase, o projeto contou com investimento social da Fundação Banco do Brasil para montar e equipar uma sala de aula, a fim de oferecer gratuitamente os cursos de tecnologia da informação e ciência da computação. As formações foram elaboradas pela mundialmente renomada Academia Cisco.

Sem dúvida, uma oportunidade de ouro para se qualificar no disputado mercado de trabalho do Rio de Janeiro. E, não à toa, a palavra aparece na fala de várias pessoas que concluíram os dois primeiros cursos, “Conecte-se” (introdução ao mundo digital) e “Empreendedorismo”.

“Esses cursos da Cisco não custam menos de 2 mil dólares no Congo”, observou Wildred Ikuku, que trabalhava em empresas de exploração de minérios em seu país e hoje é funcionário de uma multinacional especializada na produção de fibras ópticas.

“Sinceramente, essa capacitação para mim é uma bênção porque assim terei uma ligeira vantagem em relação a outros colegas que não tiveram essa oportunidade.”

De março a abril, 35 pessoas de países como a República Democrática do Congo, Angola e Venezuela frequentaram as aulas semanais do projeto MARES, almejando um certificado da Academia Cisco.

Entre elas, estava a engenheira Yennifer Zárate. Assim como o congolês Ikuku, a venezuelana trabalhava em uma mineradora em seu país, mas a empresa, que era transnacional, foi expropriada pelo governo e a funcionária acabou demitida para dar lugar a militares. Em seguida, duas tragédias se sucederam: a perda do filho recém-nascido e a morte do marido em um acidente.

“Meu filho morreu porque o hospital não tinha oxigênio, algo tão fácil”, lamentou Yennifer. “Pensei: em pouco tempo também vou morrer, não tenho nada a fazer no meu país. Mas quando cheguei ao Brasil (em janeiro de 2018), não tinha muitas esperanças de nada. Não tinha vontade de viver.”

Yennifer pegou um ônibus para Manaus, onde comercializava chocolates nas ruas. Na capital amazonense, vendeu também todos os anéis que havia trazido, inclusive a aliança de casamento. Com o dinheiro, tomou um avião para o Rio de Janeiro.

“Manaus é linda, mas eu não estava me sentindo motivada. Eu queria uma cidade maior, com mais oportunidades.”

No Rio, a venezuelana encontrou a oportunidade que tanto buscava. Através do PARES Cáritas RJ, foi encaminhada para uma casa da Associação de Apoio à Mulher Portadora de Neoplasia (AAMN), onde pôde começar a costurar por conta própria e produzir almofadas e panos de prato para vender. O pequeno negócio a motivou a se matricular no curso de empreendedorismo da Academia Cisco, oferecido pelo projeto MARES.

“Eu precisava de dicas, estava trabalhando sem orientação. Não sabia como começar, como tornar realidade as ideias que tinha na cabeça. Já tenho registro de MEI (Microempreendedor Individual), já comprei máquinas e um dia quero abrir uma loja. O curso ajudou a esclarecer como posso me tornar uma empresária”, explicou Yennifer.

Outra venezuelana, Karen Ramos, tem ainda mais pressa que a compatriota. Ela chegou ao Brasil em fevereiro de 2019 e, em março, já estava frequentando os dois cursos iniciais do MARES. Formada em design, ela viu nas aulas de introdução ao mundo digital uma oportunidade para aprender a terminologia da sua área em português. Mas Karen também nutre sonhos de ser empreendedora em outro domínio.

“Quero trabalhar com design ou maquiagem. Tenho um curso de maquiagem profissional, com certificado internacional”, contou a venezuelana, que agora também tem um diploma de empreendedorismo da Cisco.

Entre maio e junho, o MARES deve formar mais de 70 pessoas, com a inclusão de dois novos cursos: “Internet de Todas as Coisas” e “Cisco Certified Network Associate (CCNA)”.

Ainda em março, na aula inaugural do projeto, o diretor da Cáritas RJ, Cândido Feliciano, foi pessoalmente dar as boas-vindas aos participantes. Em sua mensagem, ele lembrou a tal “palavra sagrada” e deu um recado que continua valendo para quem se matricula no curso.

“Quando saí de Pernambuco sozinho e cheguei ao Rio de Janeiro, não tive uma oportunidade como esta. Por isso eu digo: agarrem esta chance com todas as forças. Deem o melhor de vocês.”


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Article source: https://nacoesunidas.org/caritas-capacita-refugiados-no-rio-de-janeiro-em-tecnologia-da-informacao/

Erros em roteador especial da Cisco podem causar transtornos globais; entenda – Segurança

A Cisco não fabrica apenas roteadores domésticos, aqueles com os quais estamos acostumados em casa e no escritório. A empresa também faz aparelhos que são capazes de sustentar a conectividade da internet em shoppings, grandes empresas e até mesmo no pregão da Bolsa de Valores.

Com isso em vista, alguns pesquisadores da empresa de segurança Red Balloon decidiram detectar possíveis vulnerabilidades no Cisco 1001-X, um dos roteadores mais confiáveis do mercado. Para a surpresa deles, foram descobertas duas falhas que, se exploradas adequadamente, podem comprometer todos os dados e comandos que passam pelo equipamento, causando um grande transtorno global.

Destrinchando

O primeiro é um bug no sistema operacional da Cisco, o IOS (não é o mesmo da Apple). Essa falha permite que um hacker obtenha acesso root remoto aos dispositivos. Apesar de ruim, claro, essa vulnerabilidade não é incomum, especialmente em roteadores, podendo ser corrigida de forma relativamente fácil através de um patch de software.

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A segunda falha, no entanto, é muito mais grave. Uma vez que os pesquisadores obtiveram acesso root, eles ignoraram a barreira de segurança mais fundamental do roteador, conhecida como Trust Anchor. Esse recurso de segurança da Cisco foi implementado em quase todos os dispositivos corporativos da empresa desde 2013 e o fato de os pesquisadores terem conseguido contorná-lo indica que o mesmo pode acontecer em centenas de milhões de roteadores da marca em todo o mundo. Isso inclui tudo, desde roteadores corporativos a switches de rede e firewalls.

Na prática, isso significa que um invasor pode usar essas técnicas para comprometer totalmente as redes nas quais esses dispositivos estão conectados. Dada a presença maciça da Cisco no mercado, as consequências seriam enormes.

A equipe da Red Balloon mostrou que eles poderiam comprometer o processo de inicialização segura do dispositivo, uma função implementada pelo Trust Anchor que protege o código fundamental de coordenação de hardware e software enquanto um dispositivo é ligado e verifica se ele é genuíno e não modificado. É uma forma crucial de garantir que um invasor não tenha controle total de algo que esteja conectado ao roteador.


Cisco 1001-X/ Imagem: Cisco

O grupo de pesquisadores da Red Balloon foi capaz de contornar as proteções de boot seguras da Cisco manipulando um componente de hardware no núcleo do Trust Anchor chamado field programmable gate array (FPGA). Os engenheiros de computação geralmente se referem a esses gates como “mágicos”, porque eles podem agir como microcontroladores, podendo ser reprogramados depois que o equipamento está em operação. Isso significa que, ao contrário dos processadores tradicionais, que não podem ser fisicamente alterados por um fabricante depois que são manufaturados, os circuitos de um FPGA podem ser alterados após sua implantação.

Os profissionais também descobriram que, da maneira como o FPGA foi implementado para o Trust Anchor da Cisco, eles não precisavam mapear todo o fluxo de bits. Quando a inicialização segura da Cisco detectou uma quebra de confiança em um sistema, ela esperaria 100 segundos — uma pausa programada pelos engenheiros da Cisco suficiente para implantar uma atualização de reparo em caso de mau funcionamento — e então “mataria” fisicamente o dispositivo.

O que diz a Cisco?

Na segunda-feira (13) a Cisco anunciou um patch para corrigir esses defeitos que os pesquisadores da Red Balloon descobriram, além de dizer que também fornecerá correções para todas as famílias de produtos que são potencialmente vulneráveis ​​a ataques. Em um boletim de segurança, a fabricante diz que todas as correções ainda estão a meses de lançamento, e atualmente não há soluções alternativas. Quando os patches chegarem, a Cisco diz que eles “exigirão uma reprogramação no local”, o que significa que as correções não podem ser transferidas remotamente, porque são fundamentais.

A empresa também disse que, atualmente, não tem planos para lançar uma ferramenta de auditoria para os clientes avaliarem se seus dispositivos foram atingidos e/ou comprometidos, já que não existem evidências — sem ser as que os pesquisadores obtiveram — de que essas falhas tenham ocorrido.

Fonte: Wired

Article source: https://canaltech.com.br/seguranca/erros-em-roteador-especial-da-cisco-podem-causar-transtornos-globais-entenda-139157/

Cisco compra OpenDNS por US$ 635 milhões – Mercado

A Cisco anunciou nesta terça-feira (30) a compra da OpenDNS, uma das mais tradicionais operadoras de redirecionamento de tráfego do mundo. Em um negócio que custou US$ 635 milhões, o serviço passa agora a fazer parte do portfólio de soluções da empresa especializada em redes, com foco, principalmente, nas soluções de segurança.

Mais especificamente, a ideia da Cisco é criar um amplo sistema de proteção contra malwares e ataques que explorem vulnerabilidades em sistemas operacionais e aplicações. É aí que entra o OpenDNS, que opera um serviço de redirecionamento de tráfego por meio de seus próprios servidores, como forma de, justamente, bloquear atividades maliciosas e proteger os usuários de internet contra as ameaças da rede.

Com uma arquitetura baseada em cloud computing, o serviço conta atualmente com cerca de 65 milhões de usuários em 150 países e opera, todos os dias, mais de 60 bilhões de requisições. Isso se deve, principalmente, à existência dos serviços gratuitos operados pela OpenDNS, que permitem que qualquer pessoa modifique os endereços de sua máquina como forma de contar com a proteção adicional oferecida pelo serviço.

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Um dos grandes focos da aquisição, porém, seria a Umbrella, uma suíte de proteção de rede que melhora tais características ainda mais e é voltada para o mercado corporativo. Abrangendo desde computadores comuns até servidores e dispositivos móveis, a plataforma permite um gerenciamento individual ou coletivo de aparelhos, além de oferecer registros sobre ameaças bloqueadas, utilização de rede e até mesmo páginas personalizadas para bloqueio de certos termos ou sites específicos.

Foi justamente essa abrangência de soluções que levou a Cisco a pagar o montante, numa transação que deve ser finalizada no primeiro trimestre do ano que vem. Até lá, as empresas também estarão envolvidas em um processo de junção que verá os funcionários do OpenDNS se unindo ao Security Business Group da compradora.

Apesar das mudanças, o CEO do OpenDNS, David Ulevitch, garantiu que nada vai mudar, principalmente no caso da oferta gratuita de redirecionamento, e que mesmo os usuários dos sistemas gratuitos poderão continuar contando com a proteção de sempre. Mais do que isso, para o executivo, a aquisição pela Cisco permite que a empresa continue operando, mas de uma maneira melhor do que nunca, principalmente para pequenas empresas, que ainda não podem pagar por soluções completas.

Fontes: Cisco, OpenDNS

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Article source: https://canaltech.com.br/mercado/cisco-compra-opendns-por-us-635-milhoes-44333/

Esquadrão Suicida | Michael Rooker, o Yondu, será o Tubarão Rei no filme

Segundo o The Wrap, o ator Michael Rooker (Guardiões da Galáxia) foi escalado para interpretar o Tubarão Rei no filme do Esquadrão Suicida.

O ator se juntará a outros atores já confirmados no filme, tais como Idris ElbaJohn Cena, Daniela Melchior (Caça-Ratos), David Dastmalchian (Homem das Bolinhas) Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flagg), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller).

Esquadrão Suicida terá o roteiro e direção de James Gunn e chega aos cinemas no dia 06 de agosto de 2021.

Article source: https://cromossomonerd.com.br/esquadrao-suicida-michael-rooker-o-yondu-sera-o-tubarao-rei-no-filme/

ANALISTA TELECOM II – TecBan – Alphaville, SP

TecBan

Há 35 anos no mercado, a TecBan (Tecnologia Bancária S.A) é uma empresa especializada na gestão de redes de autoatendimento bancário, que administra cerca de 21.000 caixas eletrônicos em todo o país. Reconhecida pelos seus elevados índices de disponibilidade, qualidade e segurança, possui quatro unidades de negócios: Rede Banco24Horas, ATMManager, Compartilhamento de Redes e Switch Interbancos.

Há nove anos, a TecBan faz parte do ranking Melhores Maiores da revista Exame. Neste período, evoluiu ano a ano sua posição entre as 1.000 maiores empresas do Brasil. De 2008 para 2016, a empresa subiu 521 posições, passando da 981º colocação, em 2008, para o 460º lugar, em 2016.

Valorizamos um bom ambiente de trabalho e as pesquisas de clima mostram que os colaboradores estão satisfeitos em trabalhar na TecBan. A companhia investe em treinamento e promove crescimento profissional das equipes.

Venha fazer parte deste time!

Dados sobre a Vaga:

  • Responsável por analisar, demandar e implementar melhorias de requisitos de rede de dados e Telecom, através do acompanhamento de indicadores e pela participação efetiva no diagnóstico e resolução de incidentes e/ou problemas relacionados aos sistemas de informação em produção.

Requisitos imprescindíveis:

  • Superior Completo; Engenharia, Ciência Da Computação
  • Experiência em monitoração, administração, instalação e resolução de problemas em equipamentos e dispositivos correlacionados a Telecom e Redes de Computadores (TCP IP), Atuação em implantação de projetos voltados a Telecom e redes TCP IP.
  • Certificação Associate Cisco (CCNA) ou similar voltada a rede
  • Conhecimento em Framework ITIL e Governança TI, Conhecimentos avançados em configuração de equipamentos Cisco ou similar, Conhecimentos avançados em redes TCP-IP, Conhecimentos avançados em Segurança da informação, Conhecimentos em redes móveis (GPRS/EDGE/3G/4G), Pacote Office

Desejável:

  • Certificação ITIL Certificação Professional Cisco ou similar voltadas a rede em andamento
  • Atuação em provedores de serviços ou operadoras de Telecom, Técnicas de resolução de incidentes e problemas

Local de Trabalho:

Horário de Trabalho:

Tipo de Vaga:

  • Efetiva/ Temporária/ Terceirizada

Article source: https://www.planetaosasco.com/empregos/74532-analista-telecom-ii-tecban-alphaville-sp

Com apoio da ONU, Cáritas capacita refugiados no Rio de Janeiro em tecnologia da informação

Parceria da Cáritas com a Fundação Banco do Brasil, a Cisco Networking Academy e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) oferece oportunidades de formação para que refugiados ganhem competitividade no mercado de trabalho. Cursos incluem noções de tecnologia da informação, mundo digital e empreendedorismo.

Cursos do projeto MARES tm tido grande procura por parte de refugiados de vrios pases. Foto: Diogo FelixCursos do projeto MARES tm tido grande procura por parte de refugiados de vrios pases. Foto: Diogo Felix

Cursos do projeto MARES têm tido grande procura por parte de refugiados de vários países. Foto: Diogo Felix

​Oportunidade é uma palavra “sagrada” para pessoas em situação de refúgio. Quem deixa seu país às pressas e chega a uma terra estrangeira em busca de paz não costuma desperdiçar as chances que surgem no caminho. Prova disso era a sala de aula lotada de pessoas refugiadas e solicitantes de refúgio em um edifício do Centro do Rio de Janeiro, durante um sábado de sol, com temperaturas acima dos 30º C.

A cena era fruto da mais nova estratégia de empregabilidade do Programa de Atendimento a Refugiados e Solicitantes de Refúgio (PARES), da Cáritas do Rio de Janeiro.

Em parceria com a Fundação Banco do Brasil e a Cisco Networking Academy, e com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a organização lançou, no primeiro trimestre de 2019, o projeto MARES – Mediação para o Aprendizado de Refugiados e Solicitantes de Refúgio. A iniciativa consiste na promoção de diversas ações para capacitação profissional. O objetivo é promover a inclusão no mercado de trabalho das centenas de pessoas que a Cáritas atende semanalmente.

Nessa primeira fase, o projeto contou com investimento social da Fundação Banco do Brasil para montar e equipar uma sala de aula, a fim de oferecer gratuitamente os cursos de tecnologia da informação e ciência da computação. As formações foram elaboradas pela mundialmente renomada Academia Cisco.

Sem dúvida, uma oportunidade de ouro para se qualificar no disputado mercado de trabalho do Rio de Janeiro. E, não à toa, a palavra aparece na fala de várias pessoas que concluíram os dois primeiros cursos, “Conecte-se” (introdução ao mundo digital) e “Empreendedorismo”.

“Esses cursos da Cisco não custam menos de 2 mil dólares no Congo”, observou Wildred Ikuku, que trabalhava em empresas de exploração de minérios em seu país e hoje é funcionário de uma multinacional especializada na produção de fibras ópticas.

“Sinceramente, essa capacitação para mim é uma bênção porque assim terei uma ligeira vantagem em relação a outros colegas que não tiveram essa oportunidade.”

De março a abril, 35 pessoas de países como a República Democrática do Congo, Angola e Venezuela frequentaram as aulas semanais do projeto MARES, almejando um certificado da Academia Cisco.

Entre elas, estava a engenheira Yennifer Zárate. Assim como o congolês Ikuku, a venezuelana trabalhava em uma mineradora em seu país, mas a empresa, que era transnacional, foi expropriada pelo governo e a funcionária acabou demitida para dar lugar a militares. Em seguida, duas tragédias se sucederam: a perda do filho recém-nascido e a morte do marido em um acidente.

“Meu filho morreu porque o hospital não tinha oxigênio, algo tão fácil”, lamentou Yennifer. “Pensei: em pouco tempo também vou morrer, não tenho nada a fazer no meu país. Mas quando cheguei ao Brasil (em janeiro de 2018), não tinha muitas esperanças de nada. Não tinha vontade de viver.”

Yennifer pegou um ônibus para Manaus, onde comercializava chocolates nas ruas. Na capital amazonense, vendeu também todos os anéis que havia trazido, inclusive a aliança de casamento. Com o dinheiro, tomou um avião para o Rio de Janeiro.

“Manaus é linda, mas eu não estava me sentindo motivada. Eu queria uma cidade maior, com mais oportunidades.”

No Rio, a venezuelana encontrou a oportunidade que tanto buscava. Através do PARES Cáritas RJ, foi encaminhada para uma casa da Associação de Apoio à Mulher Portadora de Neoplasia (AAMN), onde pôde começar a costurar por conta própria e produzir almofadas e panos de prato para vender. O pequeno negócio a motivou a se matricular no curso de empreendedorismo da Academia Cisco, oferecido pelo projeto MARES.

“Eu precisava de dicas, estava trabalhando sem orientação. Não sabia como começar, como tornar realidade as ideias que tinha na cabeça. Já tenho registro de MEI (Microempreendedor Individual), já comprei máquinas e um dia quero abrir uma loja. O curso ajudou a esclarecer como posso me tornar uma empresária”, explicou Yennifer.

Outra venezuelana, Karen Ramos, tem ainda mais pressa que a compatriota. Ela chegou ao Brasil em fevereiro de 2019 e, em março, já estava frequentando os dois cursos iniciais do MARES. Formada em design, ela viu nas aulas de introdução ao mundo digital uma oportunidade para aprender a terminologia da sua área em português. Mas Karen também nutre sonhos de ser empreendedora em outro domínio.

“Quero trabalhar com design ou maquiagem. Tenho um curso de maquiagem profissional, com certificado internacional”, contou a venezuelana, que agora também tem um diploma de empreendedorismo da Cisco.

Entre maio e junho, o MARES deve formar mais de 70 pessoas, com a inclusão de dois novos cursos: “Internet de Todas as Coisas” e “Cisco Certified Network Associate (CCNA)”.

Ainda em março, na aula inaugural do projeto, o diretor da Cáritas RJ, Cândido Feliciano, foi pessoalmente dar as boas-vindas aos participantes. Em sua mensagem, ele lembrou a tal “palavra sagrada” e deu um recado que continua valendo para quem se matricula no curso.

“Quando saí de Pernambuco sozinho e cheguei ao Rio de Janeiro, não tive uma oportunidade como esta. Por isso eu digo: agarrem esta chance com todas as forças. Deem o melhor de vocês.”


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A Vida de Chico Xavier em Um Cisco, de Plinio Oliveira 16/05/2019

No próximo dia 16 de maio, quinta-feira, estreia em São Paulo o espetáculo  musical “A Vida de Chico Xavier em Um Cisco” -  que narra a trajetória  do médium Chico Xavier em uma história  leve, comovente e inspiradora.

A trama  se desenvolve em uma estação de trem, onde a vida do médium é narrada dos seus 4 aos 92 anos de idade, contando seu percurso do anonimato até se tornar uma das figuras mais populares do país, quando sua participação na TV brasileira na década de 70 registrou audiência histórica, sendo um fenômeno televisivo para a época.

E é neste cenário, que  os personagens se encontram como em uma metáfora da vida, na qual uns partem enquanto outros chegam. O figurino é novecentista e o roteiro musical conta com 30 cenas.

A obra começou a ser escrita pelo compositor, escritor e produtor radicado em Curitiba Plínio Oliveira em 1985, e só foi concluída em 2018. Após 35 anos de pesquisa, estreou na versão sinfônica, em 2010, e em 2015  finalmente como Teatro Musical, com uma apresentação para 1.200 pessoas em Curitiba. Foi sucesso também em Belo Horizonte e, na versão mineira se chamou “No Céu da Vibração”.

A montagem atual tem duração aproximada de 2h10, sendo encenada em dois atos, com intervalo. Das 30 cenas musicais, 4 são músicas populares e 26 canções compostas originalmente em arranjos orquestrais, todas por Plínio.

 “Um Cisco humaniza a figura de Chico Xavier e destaca também os medos e os desafios de sua vida, evidenciando o seu temor pela morte, os obstáculos enfrentados pela não aceitação do seu dom, a incompreensão da família e sua integridade e bondade diante disso”, ressalta Plínio.

Outro ponto importante ressaltando por Plínio é que, apesar de ser a biografia de um líder espírita, a peça não tem enfoque religioso. “É uma história de amor, contada com amor e feita para emocionar a todos”, completa o autor, que, curiosamente, é ateu.

O ELENCO

Para representar fielmente a vida de Chico Xavier, a escolha do elenco foi feita criteriosamente, levando em conta a qualidade dos atores-cantores e até o sotaque mineiro. Todas as personagens que foram centrais na formação do seu caráter estão ali representadas: familiares, amigos, o padre, os críticos, os seguidores e até mesmo os guias espirituais com quem Chico acreditava se comunicar.  Em cena, estão alguns dos mais valiosos talentos de musicais de SP: Anna Paula Alonso, Cynthia Azevedo, Diego Garcias, Dino Fernandes, Eduardo Moreno, Gui Giannetto, Julia Bach, Juliana Ferretti, Mariana Neves, Marko Ortiz, Patricia Kmeteuk, Raphael Otarola, Tainan Pongeluppe, Tainan Porcel, Yasmim Ribeiro e o menino Enrico Bezerra.

Ao todo, o elenco é composto por 16 atores-cantores-bailarinos e 8 músicos (Orquestra Jovem da Paz). A peça tem assistência de direção musical assinada por Francisco Antunes.

Serviço:

Temporada 2019

Estreia: 16 de maio, às 20h.

Teatro Novo

Classificação: 10 anos

Duração: 2h10

Temporada São Paulo (às quintas) | 30 de maio, 13 de junho e 27 de junho, às 20h.

Rua Domingues de Morais, 380 – Vila Mariana.

Ingressos: ingressorapido.com.br

R$ 80,00 (inteira) R$ 40,00 (meia)

Article source: http://www.abcdoabc.com.br/especial/evento/teatro-novo/16-05-2019/vida-chico-xavier-cisco-plinio-oliveira-13762

Estreia ‘A Vida de Chico Xavier em Um Cisco’, musical que narra trajetória do médium | Guia SP

No elenco, composto por 16 atores-cantores-bailarinos e 8 músicos (Orquestra Jovem da Paz), tem Marko Ortiz (Chico Xavier), Anna Paula Alonso, Cynthia Azevedo, Diego Garcias e outros nomes importantes do cenário.

Article source: https://blog.jovempan.uol.com.br/guiaspjp/2019/05/07/estreia-a-vida-de-chico-xavier-em-um-cisco-musical-que-narra-trajetoria-do-medium/