17 de February de 2019

Vivo Empresas lança serviço de comunicação unificada com tecnologia Cisco

A Vivo Empresas – área voltada ao segmento B2B da Telefônica Brasil – anunciou o lançamento do PABX em Nuvem, solução de comunicação empresarial unificada, que integra serviços de voz, vídeo e mensagens instantâneas, em diferentes dispositivos como softphones, PCs, tablets e smartphones.

A ferramenta, baseada em solução da Cisco, visa oferecer benefícios como chamada em espera, portal web, desvio de chamadas, URA, histórico, conferência, entre outros – tudo com suporte 24 horas centralizado da Vivo.

Ainda, o foco é oferecer mais mobilidade aos clientes, dando aos dispositivos a funcionalidade de ramal, o que permite a realização de chamadas internas e externas de qualquer lugar, gerando mais produtividade e conectividade. Além das facilidades de um PABX convencional, a solução permite ao cliente reduzir custos, pois não necessita de manutenção e outros gastos relacionados à plataforma física.

“Com o lançamento reforçamos o nosso compromisso em oferecer soluções completas para os nossos clientes e ajuda-los na digitalização de suas empresas, explica o diretor de Marketing B2B, Gabriel Domingos.

Article source: https://computerworld.com.br/2019/02/11/vivo-empresas-lanca-servico-de-comunicacao-unificada-com-tecnologia-cisco/

Comstor lança programa CSI para capacitar revendas em segurança cibernética

A Comstor, parte integrante da Westcon-Comstor Americas, lança no Brasil o CSI (Comstor Security Initiative), um projeto conjunto Comstor-Cisco, de alcance global, que visa a preparação de revendas para a prática de segurança com soluções do fabricante. O programa não se restringe aos canais que já trabalham com a Cisco: ele pode funcionar como porta de entrada para os que desejam iniciar essa parceria.

Na América Latina e na região do Caribe, o CSI se estende a todos os países onde a Comstor esteja presente, oferecendo gratuitamente aprendizado da arquitetura de segurança Cisco. Passo a passo, os participantes adquirem a capacitação que lhes permitirá oferecer a seus clientes uma solução completa e consistente, ao invés de ferramentas isoladas de segurança.

Participando do CSI

O que se exige da revenda participante é a fidelização, adquirindo da Comstor os produtos Cisco para compor seus projetos para o mercado. A capacitação na arquitetura de segurança Cisco é o núcleo desse programa, que, no entanto, oferece ainda treinamento em produtos, auxílio de marketing para geração de demanda e descontos na compra de soluções do fabricante.

Ricardo Kuada, diretor da área de produtos e pré-vendas da Comstor no Brasil, observa que esse é um programa contínuo. “Ele não tem início nem fim. Ele tem níveis, chamados de Acampamentos, que a revenda vai galgando a partir do momento em que ingressa. A cada trimestre há uma avaliação que possibilita ao canal mudar de nível e obter maiores benefícios”.

Para Fábio Xavier, business development manager, security sales, da Cisco para América Latina, “a segurança é um elemento crítico para todas as empresas que estão passando pelo processo de digitalização. Assim, hoje, o mercado exige canais qualificados para atuar como consultores de segurança. O CSI veio para nos ajudar a vencer esse desafio; para habilitar as revendas no desenho de projetos para empresas de todos os tamanhos, não importa o mercado vertical a que pertençam. Uma iniciativa como o CSI permite entregar soluções melhores aos clientes da marca Cisco, elevando o potencial de conhecimento e oportunidades de negócios para as revendas”.

Article source: https://www.itforum365.com.br/mercado/comstor-lanca-programa-csi-para-capacitar-revendas-em-seguranca-cibernetica/

Cisco revela que organizações beneficiam de investimentos na privacidade de dados

O novo estudo Cisco 2019 Data Privacy Benchmark indica que as organizações mundiais que investiram no desenvolvimento das suas políticas de privacidade de dados estão a alcançar resultados de negócio concretos graças a estes investimentos. O estudo reforça a ligação entre uma boa política de privacidade e estes resultados empresariais, e são os próprios inquiridos a afirmar que os atrasos nas vendas diminuíram, bem como as violações de dados.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, focado no aumento da protecção da privacidade e dos dados pessoais dos residentes da UE, tornou-se obrigatório em Maio de 2018. As organizações mundiais continuam a trabalhar constantemente para poderem estar prontas para o RGPD.

Segundo o estudo global da Cisco, 59% das organizações afirmam que cumpriram com todos ou quase todos os requisitos, 29% esperam cumprir com as exigências dentro de um ano, e 9% irão demorar mais de um ano.

“Este é o ano em que as empresas tomam a devida consciência da importância da privacidade. Os dados são a nova moeda, e à medida que o mercado se altera, vemos que as organizações estão a atingir resultados reais através dos investimentos na proteção dos seus dados,” refere Michelle Dennedy, Chief Privacy Officer, da Cisco“Na Cisco, defendemos tanto a proteção dos nossos clientes como o crescimento do seu sucesso empresarial ao maximizarmos o valor dos dados, reduzindo os riscos.”

Os clientes estão cada vez mais preocupados com o facto de os produtos e serviços que utilizam oferecerem a protecção apropriada da privacidade. As organizações que investiram na privacidade de dados para cumprirem com o RGPD registaram atrasos mais curtos nas vendas para os clientes atuais: 3,4 semanas vs. 5,4 semanas nas organizações menos preparadas para o RGPD.

Globalmente, a média de atrasos nas vendas foi de 3,9 semanas para os clientes actuais, reduzindo nas 7,8 semanas registadas no ano passado (referente a 2017). As organizações mais preparadas para o RGPD indicaram a ocorrência de menos violações de dados (74%), menos registos de impactos em incidentes de segurança (79.000) em relação às organizações menos preparadas (89% foram vítimas de violações de dados e registaram 212.000 incidentes). Além disso os seus sistemas informáticos têm um tempo de inactividade inferior (6,4 horas em comparação com as 9,4 horas das empresas menos preparadas para o RGPD).

Estão muito menos suscetíveis a uma perda financeira derivada de violação de dados. Além disso, 75% dos entrevistados referem que verificam grandes benefícios nos seus investimentos em proteção de dados, que incluem uma maior agilidade e inovação decorrendo dos controlos adequados de dados, do alcance de vantagens competitivas, e do reforço na eficiência operacional com dados organizados e catalogados.

As principais conclusões foram:

• 87% das empresas estão a registar atrasos no seu ciclo de vendas devido às preocupações de privacidade dos seus clientes ou “potenciais clientes”, em comparação com os 66% registados no ano passado. Isto deve-se fundamentalmente ao aumento da sensibilização na privacidade impulsionado pelo RGPD e pelas constantes violações de dados presentes nas notícias;

• O atraso nas vendas por país varia de 2,2 a 5,5 semanas, com a Itália, a Turquia e a Rússia no nível mais baixo, e a Espanha, o Brasil e o Canadá no nível superior. Os atrasos mais longos das vendas podem ser atribuídos a zonas onde os requisitos de privacidade são elevados ou estão em transição. As vendas em atraso podem causar quebras nas receitas relacionadas com compensação, financiamento, e relações com investidores. Estas podem tornar-se também em vendas perdidas se um potencial cliente comprar a outro concorrente ou decidir não comprar;

• As principais razões mencionadas para este atraso nas vendas incluíram a investigação dos pedidos dos clientes sobre as necessidades de privacidade, a adaptação da informação de privacidade para o idioma do cliente, a formação aos clientes com base nas políticas de privacidade das organizações ou a redefinição dos produtos de forma a corresponder às necessidades de privacidade dos clientes;

• Por país, a preparação do RGPD variou de 42% para 75%. Espanha, Itália, Reino Unido e França alcançaram a melhor percentagem, enquanto a China, o Japão e a Austrália alcançaram os valores mais baixos;

• Apenas 37% das empresas preparadas para o RGPD registaram uma violação de dados com um custo maior do que 500.000 dólares, comparado com 64% das empresas menos preparadas para o RGPD.

O estudo consultou mais de 3.200 profissionais globais de segurança e de privacidade em 18 países de empresas de vários setores e tamanhos sobre a maturidade das suas políticas de privacidade.

Article source: https://www.securitymagazine.pt/2019/02/11/cisco-revela-que-organizacoes-beneficiam-de-investimentos-na-privacidade-de-dados/

Vivo lança PABX na Nuvem com tecnologia Cisco

A Vivo Empresas anuncia o lançamento do PABX na Nuvem. Uma solução de comunicação empresarial unificada, que integra serviços de voz, vídeo e mensagens instantâneas, em diferentes dispositivos como softphones, PCs, tablets e smartphones. Baseada em solução da Cisco, o serviço oferece benefícios como chamada em espera, portal web, desvio de chamadas, URA, histórico, conferência, entre outros. Tudo isso com suporte 24 horas centralizado da Vivo.

 

O foco é oferecer mais mobilidade aos clientes, dando aos dispositivos a funcionalidade de ramal, o que permite a realização de chamadas internas e externas de qualquer lugar, gerando mais produtividade e conectividade. Além das facilidades de um PABX convencional, a solução permite ao cliente reduzir custos, pois não necessita de manutenção e outros gastos relacionados à plataforma física.

 

 

Buscando parcerias que pudessem ajudar na inovação, a Vivo encontrou na Cisco objetivos em comum. “Nós buscamos constantemente criar e aprimorar soluções que possam tornar a colaboração de empresas e pessoas mais eficientes e ágeis. Além de trazer esses benefícios, o novo serviço de PABX na Nuvem da Vivo aumentará a produtividade dos clientes e reduzirá seus custos operacionais”, destaca Marcelo Ehalt, diretor de Canais da Cisco do Brasil.

 

Article source: http://www.decisionreport.com.br/mercado/vivo-lanca-pabx-na-nuvem-com-tecnologia-cisco/

The Flash: Carlos Valdes pode deixar o elenco da série após a 5ª temporada

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Foto do personagem Cisco Ramon
Divulgação

Com a sua trama atualmente em desenvolvimento, a série The Flash continua também ganhando novidades. E assim, agora uma possível saída do seu elenco começou a ganhar destaque na mídia.

Segundo informações do site We Got This Covered, o ator Carlos Valdes, intérprete do personagem Cisco Ramon / Vibro, pode deixar de fazer parte do programa ao final da sua 5ª temporada.

Vale lembrar que Valdes é um membro regular do programa desde o seu início, sendo introduzido até mesmo na 2ª temporada de Arrow ao lado de Barry Allen (Grant Gustin) e Caitlin Snow (Danielle Panabaker). A publicação destaca então que o ator estaria pensando em outros planos para o futuro da sua carreira, mas a sua fonte não garantiu 100% que ele deixará de fazer parte da série.

Outros pontos também destacado é que, caso ele realmente deixe o programa, a sua saída não deve ser através de uma morte. A ideia seria a de deixar a possibilidade em aberto para o seu retorno, podendo fazer com que o personagem apareça ainda durante o crossover Crise das Infinitas Terras, programado para ser exibido durante a fall season 2019-2020.

Confira também: Power Rangers | Hasbro e Paramount podem desenvolver novo filme da franquia

O próximo episódio da 5ª temporada da série The Flash será exibido em 12 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

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Article source: https://www.jornadageek.com.br/novidades/the-flash-carlos-valdes-pode-deixar-o-elenco-da-serie-apos-a-5a-temporada/

Cisco quer que governos reconheçam privacidade como direito fundamental

Em meio à guerra fria envolvendo o governo dos Estados Unidos e a chinesa Huawei, a fornecedora norte-americana Cisco publicou nesta quinta-feira, 7, uma “chamada para governos e cidadãos pelo mundo” para que a privacidade seja considerada um direito humano fundamental na economia digital. A companhia destaca que as mudanças que serão trazidas pela Internet das Coisas, 5G e inteligência artificial deverão remodelar as relações das pessoas com a tecnologia. Por isso, a Cisco “urge governos a adotarem leis abrangentes e interoperáveis de proteção aos dados para assegurar esse direito”.

Como medida inicial, a fornecedora pede ao governo dos EUA o desenvolvimento de uma lei federal de privacidade para assegurar a proteção dos dados. “O sistema americano deveria não apenas procurar solucionar as discussões de hoje em dia sobre monetização de dados de consumidores; deveria buscar solucionar necessidades complexas de privacidade de um mundo onde dezenas de bilhões de dispositivos estão conectados à Internet”, afirma no comunicado, citando a complexidade do ambiente com a IoT. Ela pede interoperabilidade entre regimes diferentes de proteção à privacidade; que se evite o fatiamento de obrigações legais, buscando uma legislação uniforme que se alinhe com o consenso global; e garanta a consumidores que os direitos à privacidade estão sendo aplicados de forma robusta e sem “litígios desnecessários”.

Para o contexto global, a Cisco lista elementos para compor legislações de privacidade. Em segurança, quer responsabilidade designada para proteger a confidencialidade, integridade, disponibilidade e resiliência dos dados. Em transparência, sugere que se exija explicação sobre como os dados são coletados, usados, transferidos e divulgados. A responsabilidade (accountability) também é mencionada, pedindo para que se garanta a governança de dados sob tutela da entidade, incluindo um time de proteção de dados, aplicando uma abordagem baseada em risco. Já em inovação, a companhia quer que iniciativas baseadas em conceito multissetorial sejam reconhecidas para melhorar a transparência e mostrem caminhos para implantação.

No comunicado, o CEO e chairman da Cisco, Chuck Robbins, declara que a empresa pede “legislação abrangente e interoperável pelo mundo que permita o movimento ético de dados entre países”. Também afirma que as leis “deveriam ser baseadas em princípios-chaves de segurança, transparência, razoabilidade e responsabilidade, porque a privacidade é um direito humano fundamental”. Já o vice-presidente executivo e diretor regulatório da fornecedora, Mark Chandler, complementa que esse entendimento sobre privacidade “ajudou a fazer da Cisco o fornecedor mais confiável de produtos e soluções de tecnologia, embutindo privacidade no núcleo de cada tecnologia Cisco que alimenta a Internet”.

Contexto

O posicionamento da Cisco vem justamente em um momento em que o governo dos Estados Unidos pressiona países a reverem as relações com a Huawei em plena fase de modernização de redes de telecomunicações na preparação para a chegada da 5G. A companhia chinesa chegou a ser indiciada pelo Departamento de Justiça dos EUA com acusações de fraude fiscal e de espionagem industrial.

Vale lembrar que em 2014, o ex-colaborador da agência americana de segurança (NSA), Edward Snowden, afirmou que o governo dos EUA teria implantado backdoors em equipamentos da Cisco – em particular, na solução de firewall, em sua implantação da ferramenta de troca de chaves para descriptografar dados em uma rede virtual privada (VPN). Para tanto, utilizaram uma brecha nos firewalls, falha que foi confirmada pela própria Cisco na época.

A privacidade, por sua vez, já está garantida na declaração universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas. No artigo XII do documento, há a seguinte redação: “Ninguém será sujeito à interferência em sua vida privada, em sua família, em seu lar ou em sua correspondência, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques”. A garantia de transição dos direitos humanos offline para o mundo online é defendida por fóruns multissetoriais e no Marco Civil da Internet, no Brasil.

Article source: http://teletime.com.br/07/02/2019/cisco-quer-que-governos-reconhecam-privacidade-como-direito-fundamental/

The Flash | Carlos Valdes, o Cisco, pode sair da série após a 5ª temporada

Os fãs de The Flash têm motivos para ficar preocupados, já que um dos membros do elenco principal da série da DC na CW pode deixar a série.

De acordo com o We Go this Covered, o ator Carlos Valdes, que interpreta Cisco/Vibro na série, pode deixar o elenco após a 5ª temporada, para perseguir outros projetos e oportunidades na carreira.

O site alenta os fãs e diz que Cisco não deve morrer na série, mas apenas ser retirado da história de outra forma não letal.

A CW não se pronunciou.

The Flash | Novo episódio da 5ª temporada fez referência a Crise nas Infinitas Terras

A 5ª temporada de The Flash está em exibição nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo Warner Channel e também está disponível na Netflix.

Article source: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/series-e-tv/2019/02/the-flash-carlos-valdes-o-cisco-pode-sair-da-serie-apos-a-5a-temporada

Por que uma certificação de TI deve ser o próximo passo na sua carreira

Em um mercado cada vez mais competitivo como o da Tecnologia da Informação, ter certificações que atestem suas habilidades é um diferencial para conquistar a tão sonhada vaga de trabalho.

Para muitos especialistas, as certificações são um fator decisivo na hora de definir qual profissional será contratado, avaliar um aumento de salário ou mesmo para escolher quem receberá uma promoção. Esses selos internacionais são uma garantia de que o profissional estará melhor preparado para desempenhar funções específicas em determinadas áreas em um mercado tão dinâmico como o da tecnologia.

O caminho para obter uma certificação em TI deve incluir uma preparação para tal. E a boa notícia é que há uma série de cursos online preparatórios – e acessíveis – para profissionais e estudantes fazerem sem sair de casa.

Na Udemy, plataforma de cursos online e uma das principais referências mundiais em educação a distância, você paga pelo curso apenas uma vez no boleto ou cartão e pode acessar o conteúdo e todas as suas atualizações para sempre. A plataforma não exige pagamento de matrículas, tampouco mensalidades. E você pode fazer os cursos no seu próprio ritmo, do dispositivo que quiser e até mesmo offline.

Instalada no Vale do Silício, a startup tem mais de 55 mil cursos online, 25 mil instrutores e 18 milhões de alunos globais. A Udemy e a Digital Network, responsável no Brasil pela rede de sites de tecnologia da IDG, lançaram um canal exclusivo de cursos online para os leitores dos sites IDGNow!, Computerworld, Macworld, PC World e CIO. O canal oferece, a preços excepcionalmente reduzidos, milhares de cursos e preparações para certificações em tecnologia da informação e internet, em português.

Abaixo, separamos seis cursos preparatórios para você obter a certificação que você precisa e dar o próximo passo em sua carreira

1. Preparatório para Certificação Linux LPIC-1 e CompTIA Linux+

As certificações LPIC-1 (Linux Administrator) e CompTIA LInux+ são muito valorizadas e reconhecidas internacionalmente por credenciar o profissional como um Administrador de Sistemas Linux. São duas provas distintas, mas o conteúdo é o mesmo e o curso online da Udemy já é uma referência por ter preparado mais de 3 mil profissionais a conseguir este importante destaque no currículo.

Você verá a utilização e os retornos de cada comando diretamente aplicados em uma máquina Linux e poderá reproduzir e testar em sua própria máquina de estudos. E mesmo que seu computador não tenha o Linux, será mostrado o passo a passo para criar uma máquina virtual do sistema que pode rodar do Windows ou Mac.

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2. Preparatório Certificação ITIL Foundation

A certificação ITIL Foundation é uma das certificações em gestão de TI mais requisitadas no mercado de trabalho. Ela valida o profissional apto para gerenciar problemas, incidentes e mudanças em uma série de cargos, que vão desde service desk, datacenter, desenvolvimento, consultoria e treinamento.


Como escalar a produção industrial de acordo com as tendências 4.0

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Este curso prepara os alunos para descrever, com segurança e propriedade, a estrutura e principais conceitos descritos na ITIL. Todo o conteúdo foi desenvolvido rigorosamente com base no Syllabus oficial do exame ITIL Foundation. Vale ressaltar que o treinamento traz simulados completos com mais de 250 questões revisadas pelo instrutor Renê Chiari para que você saiba quando estará preparado para fazer a prova. Todas as questões possuem respostas justificadas e com referência a literatura oficial. Tudo pra você não ter surpresas e ficar tranquilo na hora de prestar o exame.

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3. Cisco CCNA Data Center Completo (DCICN + DCICT)

Este curso é um preparatório completo para a certificação Cisco CCNA Data Center. Ele é voltado para arquitetos de tecnologia, bem como para engenheiros de design e implementação, além de especialistas em soluções integradas. O CCNA Data Center é um treinamento que desenvolve capacidades de implementar ambientes de data center utilizando diversas das mais modernas tecnologias Cisco, como por exemplo: UCS (Unified Computing System) blade servers e servidores de rack, além de instalar, configurar e gerenciar switches Nexus e demais tecnologias de Data Center.

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4. Windows 10 para Certificação

Este curso é voltado para profissionais e estudantes que querem aprender Windows 10 no modo avançado e para pessoas interessadas no desenvolvimento de seu conhecimento alinhado às necessidades do mercado de tecnologia da informação. As aulas são preparatórias para você obter a certificação MCSA Windows 10.

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5. Fundamentos da Governança de TI com COBIT 5

Com este treinamento, você conseguirá compreender como as questões de gestão de TI afetam as empresas; entender como o COBIT® 5 atende aos requisitos de um framework de governança de TI, além de como aprender aplicá-lo em uma situação prática, entre outras diretrizes. Por fim, você estará preparado para realizar o exame de certificação COBIT 5.

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6. Formação Total em Scrum

O Scrum é o framework ágil mais famoso do mundo e não à toa. Ele garante a transparência nas comunicações e cria um ambiente de responsabilidade coletiva. Assim, o que é produzido pelo projeto é resultado do trabalho do time Scrum e não de um ou de outro indivíduo.

Este curso é desenhado para que qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer o Scrum possa aprender em profundidade esse framework e para aqueles que estão se preparando para os exames de certificação Scrum Master e/ou Scrum Developer da ScrumStudy (uma das maiores certificadoras em métodos ágeis do mundo).

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Article source: https://computerworld.com.br/2017/12/07/por-que-uma-certificacao-de-ti-deve-ser-o-proximo-passo-na-sua-carreira/

Cisco quer que governos reconheçam privacidade como direito fundamental – TELETIME News

Em meio à guerra fria envolvendo o governo dos Estados Unidos e a chinesa Huawei, a fornecedora norte-americana Cisco publicou nesta quinta-feira, 7, uma “chamada para governos e cidadãos pelo mundo” para que a privacidade seja considerada um direito humano fundamental na economia digital. A companhia destaca que as mudanças que serão trazidas pela Internet das Coisas, 5G e inteligência artificial deverão remodelar as relações das pessoas com a tecnologia. Por isso, a Cisco “urge governos a adotarem leis abrangentes e interoperáveis de proteção aos dados para assegurar esse direito”.

Como medida inicial, a fornecedora pede ao governo dos EUA o desenvolvimento de uma lei federal de privacidade para assegurar a proteção dos dados. “O sistema americano deveria não apenas procurar solucionar as discussões de hoje em dia sobre monetização de dados de consumidores; deveria buscar solucionar necessidades complexas de privacidade de um mundo onde dezenas de bilhões de dispositivos estão conectados à Internet”, afirma no comunicado, citando a complexidade do ambiente com a IoT. Ela pede interoperabilidade entre regimes diferentes de proteção à privacidade; que se evite o fatiamento de obrigações legais, buscando uma legislação uniforme que se alinhe com o consenso global; e garanta a consumidores que os direitos à privacidade estão sendo aplicados de forma robusta e sem “litígios desnecessários”.

Para o contexto global, a Cisco lista elementos para compor legislações de privacidade. Em segurança, quer responsabilidade designada para proteger a confidencialidade, integridade, disponibilidade e resiliência dos dados. Em transparência, sugere que se exija explicação sobre como os dados são coletados, usados, transferidos e divulgados. A responsabilidade (accountability) também é mencionada, pedindo para que se garanta a governança de dados sob tutela da entidade, incluindo um time de proteção de dados, aplicando uma abordagem baseada em risco. Já em inovação, a companhia quer que iniciativas baseadas em conceito multissetorial sejam reconhecidas para melhorar a transparência e mostrem caminhos para implantação.

No comunicado, o CEO e chairman da Cisco, Chuck Robbins, declara que a empresa pede “legislação abrangente e interoperável pelo mundo que permita o movimento ético de dados entre países”. Também afirma que as leis “deveriam ser baseadas em princípios-chaves de segurança, transparência, razoabilidade e responsabilidade, porque a privacidade é um direito humano fundamental”. Já o vice-presidente executivo e diretor regulatório da fornecedora, Mark Chandler, complementa que esse entendimento sobre privacidade “ajudou a fazer da Cisco o fornecedor mais confiável de produtos e soluções de tecnologia, embutindo privacidade no núcleo de cada tecnologia Cisco que alimenta a Internet”.

Contexto

O posicionamento da Cisco vem justamente em um momento em que o governo dos Estados Unidos pressiona países a reverem as relações com a Huawei em plena fase de modernização de redes de telecomunicações na preparação para a chegada da 5G. A companhia chinesa chegou a ser indiciada pelo Departamento de Justiça dos EUA com acusações de fraude fiscal e de espionagem industrial.

Vale lembrar que em 2014, o ex-colaborador da agência americana de segurança (NSA), Edward Snowden, afirmou que o governo dos EUA teria implantado backdoors em equipamentos da Cisco – em particular, na solução de firewall, em sua implantação da ferramenta de troca de chaves para descriptografar dados em uma rede virtual privada (VPN). Para tanto, utilizaram uma brecha nos firewalls, falha que foi confirmada pela própria Cisco na época.

A privacidade, por sua vez, já está garantida na declaração universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas. No artigo XII do documento, há a seguinte redação: “Ninguém será sujeito à interferência em sua vida privada, em sua família, em seu lar ou em sua correspondência, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques”. A garantia de transição dos direitos humanos offline para o mundo online é defendida por fóruns multissetoriais e no Marco Civil da Internet, no Brasil.

Article source: http://teletime.com.br/07/02/2019/cisco-quer-que-governos-reconhecam-privacidade-como-direito-fundamental/

Internet Cisco quer que governos reconheçam privacidade como direito fundamental quinta-feira, 07 de fevereiro de

Em meio à guerra fria envolvendo o governo dos Estados Unidos e a chinesa Huawei, a fornecedora norte-americana Cisco publicou nesta quinta-feira, 7, uma “chamada para governos e cidadãos pelo mundo” para que a privacidade seja considerada um direito humano fundamental na economia digital. A companhia destaca que as mudanças que serão trazidas pela Internet das Coisas, 5G e inteligência artificial deverão remodelar as relações das pessoas com a tecnologia. Por isso, a Cisco “urge governos a adotarem leis abrangentes e interoperáveis de proteção aos dados para assegurar esse direito”.

Como medida inicial, a fornecedora pede ao governo dos EUA o desenvolvimento de uma lei federal de privacidade para assegurar a proteção dos dados. “O sistema americano deveria não apenas procurar solucionar as discussões de hoje em dia sobre monetização de dados de consumidores; deveria buscar solucionar necessidades complexas de privacidade de um mundo onde dezenas de bilhões de dispositivos estão conectados à Internet”, afirma no comunicado, citando a complexidade do ambiente com a IoT. Ela pede interoperabilidade entre regimes diferentes de proteção à privacidade; que se evite o fatiamento de obrigações legais, buscando uma legislação uniforme que se alinhe com o consenso global; e garanta a consumidores que os direitos à privacidade estão sendo aplicados de forma robusta e sem “litígios desnecessários”.

Para o contexto global, a Cisco lista elementos para compor legislações de privacidade. Em segurança, quer responsabilidade designada para proteger a confidencialidade, integridade, disponibilidade e resiliência dos dados. Em transparência, sugere que se exija explicação sobre como os dados são coletados, usados, transferidos e divulgados. A responsabilidade (accountability) também é mencionada, pedindo para que se garanta a governança de dados sob tutela da entidade, incluindo um time de proteção de dados, aplicando uma abordagem baseada em risco. Já em inovação, a companhia quer que iniciativas baseadas em conceito multissetorial sejam reconhecidas para melhorar a transparência e mostrem caminhos para implantação.

No comunicado, o CEO e chairman da Cisco, Chuck Robbins, declara que a empresa pede “legislação abrangente e interoperável pelo mundo que permita o movimento ético de dados entre países”. Também afirma que as leis “deveriam ser baseadas em princípios-chaves de segurança, transparência, razoabilidade e responsabilidade, porque a privacidade é um direito humano fundamental”. Já o vice-presidente executivo e diretor regulatório da fornecedora, Mark Chandler, complementa que esse entendimento sobre privacidade “ajudou a fazer da Cisco o fornecedor mais confiável de produtos e soluções de tecnologia, embutindo privacidade no núcleo de cada tecnologia Cisco que alimenta a Internet”.

Contexto

O posicionamento da Cisco vem justamente em um momento em que o governo dos Estados Unidos pressiona países a reverem as relações com a Huawei em plena fase de modernização de redes de telecomunicações na preparação para a chegada da 5G. A companhia chinesa chegou a ser indiciada pelo Departamento de Justiça dos EUA com acusações de fraude fiscal e de espionagem industrial.

Vale lembrar que em 2014, o ex-colaborador da agência americana de segurança (NSA), Edward Snowden, afirmou que o governo dos EUA teria implantado backdoors em equipamentos da Cisco – em particular, na solução de firewall, em sua implantação da ferramenta de troca de chaves para descriptografar dados em uma rede virtual privada (VPN). Para tanto, utilizaram uma brecha nos firewalls, falha que foi confirmada pela própria Cisco na época.

A privacidade, por sua vez, já está garantida na declaração universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas. No artigo XII do documento, há a seguinte redação: “Ninguém será sujeito à interferência em sua vida privada, em sua família, em seu lar ou em sua correspondência, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques”. A garantia de transição dos direitos humanos offline para o mundo online é defendida por fóruns multissetoriais e no Marco Civil da Internet, no Brasil.

Article source: http://teletime.com.br/07/02/2019/cisco-quer-que-governos-reconhecam-privacidade-como-direito-fundamental/