17 de August de 2017

Cisco slides after revenue beat

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Chuck Robbins, CEO of Cisco


Cisco stock dropped 2 percent on Wednesday after the company released earnings for the fourth quarter of its 2017 fiscal year, which ended in July.

  • EPS: Excluding certain items, 61 cents in earnings per share vs. 61 cents in earnings per share as expected by analysts, according to Thomson Reuters.
  • Revenue: $12.1 billion vs. $12.06 billion as expected by analysts, according to Thomson Reuters.

Revenue — which was down 4 percent year over year — has now declined on an annualized basis for seven consecutive quarters. Still, Cisco has beaten earnings and sales estimates for every quarter since CEO Chuck Robbins took over for John Chambers two years ago.

As for guidance, Cisco said for the first quarter of the 2018 fiscal year, it expects 59-61 cents in earnings per share on 1 to 3 percent less revenue than it received for the year-ago quarter. Analysts were expecting 60 cents in earnings per share and $12.05 billion in revenue for guidance for the current quarter, according to Thomson Reuters.

Cisco gets much of its revenue by selling data center switching and routing hardware, and the company’s switching and next-generation routing revenue, totaling $5.3 billion, decreased 9 percent year over year and fell below the StreetAccount consensus of analysts’ estimates. Cisco’s competitors in switching and routing include Arista and Juniper.

Cisco’s service revenue for the quarter, which came out to $3.1 billion, was up 1 percent.

Revenue from subscriptions now represents 51 percent of Cisco’s software revenue, Robbins said on the company’s conference call with financial analysts.

Cisco saw an improvement in U.S. federal business in the quarter, which helped Cisco increase public sector product orders by 2 percent year over year, Robbins said. In the previous quarter public sector orders were down 4 percent.

The company said it repurchased around 38 million shares of common stock at an average of $31.61 per share for a total of $1.2 billion.

In this quarter Cisco announced it would cut 1,100 people from its workforce. The company also introduced a subscription-based networking security service.

Cisco stock is up 7 percent since the beginning of the year, according to FactSet.

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Jive firma parceria de comunicações unificadas com a Cisco

A Jive Telecomunicações do Brasil, especialista em comunicação unificada na nuvem, e a Cisco Systems acabam de anunciar uma parceria estratégica para entregar soluções de voz em nuvem com os novos telefones multiplataforma (MPP) da Cisco. A associação vai permitir a adesão das comunicações unificadas e do Cloud Voice da Jive com os telefones multiplataforma da Cisco.

De acordo com o presidente da Jive Brasil, Peter Kodic, muitos dos clientes e parceiros aguardavam para usar estes novos aparelhos telefônicos. “A Cisco é uma das líderes na área de comunicações unificadas em escala empresarial e essa parceria vai fazer uma enorme diferença para muitos dos nossos parceiros e clientes”, afirma.

“A Jive foi a primeira operadora em nuvem dos Estados Unidos a certificar a entrada de telefones multiplataforma da Cisco no mercado. Estamos empolgados com o futuro de nossa parceria,” diz John Lamarque, diretor de gestão de produtos – grupo de tecnologia de comunicações unificadas na Cisco Systems.

A Jive opera exclusivamente serviços de comunicações unificadas (UCaaS, sigla em inglês para unified communications as a service), com uma plataforma consolidada, centenas de milhares de usuários e várias das maiores implementações de VoIP hospedado do mundo. A oferta de serviços da companhia inclui produtos de voz, contact center, móveis e de vídeo, entregues diretamente a partir da plataforma Jive Cloud.

 

Article source: https://itforum365.com.br/industria/jive-firma-parceria-de-comunicacoes-unificadas-com-cisco

Resultados da Cisco no quarto trimestre desiludem investidores – Jornal de Negócios

A Cisco Systems registou, no seu quarto trimestre fiscal, terminado a 29 de Julho, um lucro de 2,42 mil milhões de dólares, ou 48 cêntimos por acção, quando os analistas sondados pela Bloomberg apontavam para um lucro por acção médio de 51 dólares.

 

Excluindo itens extraordinários, a empresa liderada por Chuck Robbins registou lucros de 61 cêntimos por acção, em linha com a estimativa média dos analistas inquiridos pela Reuters.

 

Já as receitas ascenderam a 12,1 mil milhões de dólares, o que corresponde a uma queda de 4% face ao período homólogo do ano passado. Apesar de a facturação ter ficado acima do esperado pelo consenso do mercado – 12,06 mil milhões em média –, este foi o sétimo trimestre consecutivo de queda das vendas, o que está a penalizar a empresa em bolsa.

 

Com efeito, as acções da Cisco seguem a cair 2,54% para 31,52 dólares na negociação fora de horas do mercado nova-iorquino, depois de terem encerrado a sessão regular desta quinta-feira, 16 de Agosto, a somar 0,78% para 32,34 dólares.

 

Em Maio, a Cisco, quando apresentou as suas projecções para as vendas do quarto trimestre, previa que a facturação pudesse cair até 6%.

 

Agora, para o primeiro trimestre do novo ano fiscal – que é o trimestre em curso –, a empresa projecta que as receitas possam cair mais 3% em termos homólogos, o que também desiludiu o mercado.

Segundo a Cisco, as receitas de Agosto a Outubro deverão ficar em torno dos 11,98 mil milhões de dólares, quando a estimativa média dos analistas é de 12,1 mil milhões. Já o lucro deverá ficar compreendido entre 48 e 53 cêntimos por acção, sendo que a projecção do mercado está nos 52 cêntimos em média.

 

A empresa, recorde-se, tem estado a tentar reconfigurar-se como fornecedora de serviços de networking, procurando reduzir a sua dependência do hardware ao oferecer mais software e produtos baseados na nuvem.

 

“A transição da Cisco para uma empresa menos dependente do hardware está a penalizar o seu crescimento geral, uma vez que as unidades de software e de serviços estão a demorar a ganhar terreno”, sublinha a Bloomberg.

 

Article source: http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe/resultados-da-cisco-no-quarto-trimestre-desiludem-investidores

Comstor amplia atuação em escala nacional apostando na …

A Comstor, divisão da Westcon-Comstor especializada na distribuição de produtos Cisco e soluções de seu ecossistema, aposta em uma estratégia de crescimento no mercado das pequenas e médias empresas de todo o País como um dos principais fatores de crescimento em um momento de recessão econômica. Um outro elemento-chave é a transformação digital das empresas, que precisam adotar sistemas abrangentes para a inserção em uma nova economia baseada em redes interconectadas e aplicações de negócios.

A Comstor trabalha em alinhamento com a Cisco e suas revendas levando suas soluções às empresas usuárias, com foco na estratégia go to market, adequando suas ações a um novo quadro, que incluiu o relacionamento com centenas de novos parceiros de venda voltados para atender ao mercado das pequenas e médias empresas.

A transformação digital e a inclusão das pequenas e médias empresas

Humberto Menezes, diretor geral da Westcon-Comstor no Brasil, lembra que o mercado está mudando, e o distribuidor precisa estar atento, preparando-se e capacitando as revendas para uma situação de hipercompetição em que as empresas precisam passar por uma transformação digital para obter mais produtividade e eficiência, com economia de recursos.

Para compor o novo ambiente empresarial, a plataforma Cisco possui os recursos de rede e segurança necessários à infraestrutura digital, além de sistemas como, por exemplo, o de virtualização, automação e análise de dados. A tarefa da Comstor consiste em trabalhar em conjunto com o fabricante no sentido de apoiar os canais para vendas bem-sucedidas, com ações que vão desde a identificação de oportunidades até a oferta de estoques para demonstração, marketing cooperado e treinamento, habilitação e certificação de canais em tecnologias Cisco.

Como parte da estratégia entre Cisco e Comstor está o desenvolvimento de canais para verticais como saúde e educação, que vêm aceleradamente transformando seus negócios com as tecnologias digitais.

“Hoje, as pequenas e médias empresas têm acesso a tecnologias que até pouco tempo eram utilizadas exclusivamente pelas grandes empresas. A TI se democratiza, o que requer uma nova abordagem por parte das revendas e obriga o distribuidor de valor, como a Comstor, a atualizar sua postura. Tratamos agora com um número bem maior de revendas, nas mais diversas regiões do país, que atendem a um mercado vasto e diversificado, com soluções pensadas, dimensionadas e entregues de uma nova maneira”, observa Humberto Menezes.

Além de seguir com a estratégia até agora adotada, a Comstor dará também ênfase à área de serviços, que cada vez mais ganhará importância como fonte de receita recorrente para as revendas.

 

Sobre a Westcon-Comstor

A Westcon-Comstor é um distribuidor de valor agregado, atuando globalmente com as principais soluções de tecnologias de segurança; comunicação unificada e colaboração; rede e data center. Está transformando a cadeia de suprimentos de tecnologia com os recursos que oferece em nuvem, implementação global e serviços. Combina conhecimento técnico e de mercado com programas de capacitação de seus parceiros, que estão entre os fabricantes líderes do setor. E entrega resultados em função do estreito relacionamento que mantém em suas parcerias. A empresa chega ao mercado com as marcas Westcon e Comstor.

 

Sobre a Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia, que tem feito a internet funcionar desde 1984. Seus colaboradores, produtos e parceiros ajudam a sociedade se conectar com segurança e a aproveitar hoje as oportunidades da transformação digital do futuro. Para mais informações, acesse thenetwork.cisco.com.

Para notícias sobre o Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/. Siga a Cisco no Twitter em @CiscoDoBrasil. 

 

Article source: http://www.onortao.com.br/noticias/comstor-amplia-atuacao-em-escala-nacional-apostando-na-transformacao-digital-e-no-mercado-de-pequenas-e-medias-empresas,100168.php

9 Cloud Certifications Worth Your Time and Money – InformationWeek

For IT professionals who want to advance their careers with new skills, certifications in cloud technology and management are a good bet.PreviousNext

Considering the vast number of technical certifications available today, it can become a true challenge to choose which one is right for you. You could go the traditional route and target the more common certifications such as Microsoft’s MCSE Server Infrastructure, Cisco’s CCNA Routing and Switching or CompTIA’s A+. But where’s the fun in that?

Instead, now might be the right time to look at certifying in an area of IT that continues to explode. Of course, I’m referring to the cloud. While cloud technologies have been around for a while now, infrastructure technologies, policies and concepts continue to evolve. So, honing your skills in this area — and possessing the certification to prove your competency — can go a long way. Additionally, having a unique certification that focuses on areas of IT that are in high demand will certainly set you apart from others that choose to obtain the more traditional industry designations.

Once you make the decision to narrow your focus on a cloud-oriented cert, the decision-making process is far from over. Your next choice is to determine what part of the cloud you wish to work on. Are you interested in specializing with a specific public cloud provider or technology vendor? Or would you prefer to be more of a generalist? Want to focus highly technical skills? Or do you just need to understand the basics from a “big picture perspective”? All options are available, and all are completely useful, depending on the target career path you wish to pursue.

We invite you to look at nine certifications we think are worth your time and money. After you click through our list, we’d love to hear your opinion on the value of cloud-focused certifications and which ones you think will be the most valuable for enterprise IT staff.

Andrew has well over a decade of enterprise networking under his belt through his consulting practice, which specializes in enterprise network architectures and datacenter build-outs and prior experience at organizations such as State Farm Insurance, United Airlines and the … View Full BioPreviousNext

Article source: https://www.informationweek.com/cloud/9-cloud-certifications-worth-your-time-and-money/d/d-id/1329611

Comstor amplia atuação em escala nacional apostando na …

A Comstor, divisão da Westcon-Comstor especializada na distribuição de produtos Cisco e soluções de seu ecossistema, aposta em uma estratégia de crescimento no mercado das pequenas e médias empresas de todo o País como um dos principais fatores de crescimento em um momento de recessão econômica. Um outro elemento-chave é a transformação digital das empresas, que precisam adotar sistemas abrangentes para a inserção em uma nova economia baseada em redes interconectadas e aplicações de negócios.

A Comstor trabalha em alinhamento com a Cisco e suas revendas levando suas soluções às empresas usuárias, com foco na estratégia go to market, adequando suas ações a um novo quadro, que incluiu o relacionamento com centenas de novos parceiros de venda voltados para atender ao mercado das pequenas e médias empresas.

A transformação digital e a inclusão das pequenas e médias empresas

Humberto Menezes, diretor geral da Westcon-Comstor no Brasil, lembra que o mercado está mudando, e o distribuidor precisa estar atento, preparando-se e capacitando as revendas para uma situação de hipercompetição em que as empresas precisam passar por uma transformação digital para obter mais produtividade e eficiência, com economia de recursos.

Para compor o novo ambiente empresarial, a plataforma Cisco possui os recursos de rede e segurança necessários à infraestrutura digital, além de sistemas como, por exemplo, o de virtualização, automação e análise de dados. A tarefa da Comstor consiste em trabalhar em conjunto com o fabricante no sentido de apoiar os canais para vendas bem-sucedidas, com ações que vão desde a identificação de oportunidades até a oferta de estoques para demonstração, marketing cooperado e treinamento, habilitação e certificação de canais em tecnologias Cisco.

Como parte da estratégia entre Cisco e Comstor está o desenvolvimento de canais para verticais como saúde e educação, que vêm aceleradamente transformando seus negócios com as tecnologias digitais.

“Hoje, as pequenas e médias empresas têm acesso a tecnologias que até pouco tempo eram utilizadas exclusivamente pelas grandes empresas. A TI se democratiza, o que requer uma nova abordagem por parte das revendas e obriga o distribuidor de valor, como a Comstor, a atualizar sua postura. Tratamos agora com um número bem maior de revendas, nas mais diversas regiões do país, que atendem a um mercado vasto e diversificado, com soluções pensadas, dimensionadas e entregues de uma nova maneira”, observa Humberto Menezes.

Além de seguir com a estratégia até agora adotada, a Comstor dará também ênfase à área de serviços, que cada vez mais ganhará importância como fonte de receita recorrente para as revendas.

Sobre a Westcon-Comstor

A Westcon-Comstor é um distribuidor de valor agregado, atuando globalmente com as principais soluções de tecnologias de segurança; comunicação unificada e colaboração; rede e data center. Está transformando a cadeia de suprimentos de tecnologia com os recursos que oferece em nuvem, implementação global e serviços. Combina conhecimento técnico e de mercado com programas de capacitação de seus parceiros, que estão entre os fabricantes líderes do setor. E entrega resultados em função do estreito relacionamento que mantém em suas parcerias. A empresa chega ao mercado com as marcas Westcon e Comstor.

Sobre a Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia, que tem feito a internet funcionar desde 1984. Seus colaboradores, produtos e parceiros ajudam a sociedade se conectar com segurança e a aproveitar hoje as oportunidades da transformação digital do futuro. Para mais informações, acesse thenetwork.cisco.com.

Para notícias sobre o Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/. Siga a Cisco no Twitter em @CiscoDoBrasil.

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Segs.com.br valoriza o consumidor e o corretor de seguros

Article source: http://www.segs.com.br/seguros/77475-comstor-amplia-atuacao-em-escala-nacional-apostando-na-transformacao-digital-e-no-mercado-de-pequenas-e-medias-empresas.html

Jive firma parceria com Cisco para oferta solução de comunicações …

A Jive Telecomunicações do Brasil, fornecedora de soluções de comunicações unificadas na nuvem, e a Cisco Systems acabam de anunciar uma parceria estratégica para oferta soluções de voz em nuvem com os novos telefones multiplataforma (MPP) da Cisco. Segundo as empresas, a parceria vai permitir a integração do sistema de comunicações unificadas e do cloud voice da Jive aos telefones multiplataforma da Cisco.

De acordo com o presidente da Jive Brasil, Peter Kodic, “muitos dos nossos clientes e parceiros aguardavam para usar esses novos aparelhos telefônicos. A Cisco é uma das líderes na área de comunicações unificadas em escala empresarial e essa parceria vai fazer uma enorme diferença para muitos dos nossos parceiros e clientes”.

O diretor de gestão de produtos do grupo de tecnologia de comunicações unificadas na Cisco Systems, John Lamarque, observa que a Jive foi a primeira fornecedora de serviços em nuvem dos Estados Unidos a certificar a entrada de telefones multiplataforma da Cisco no mercado. “Estamos empolgados com o futuro de nossa parceria,” disse ele.

A Jive opera exclusivamente serviços de comunicações unificadas (UCaaS, sigla em inglês para unified communications as a service), com uma plataforma consolidada, usada por centenas de milhares de usuários e várias das maiores implementações de VoIP hospedado do mundo. A oferta de serviços da companhia inclui produtos de voz, contact center, móveis e de vídeo, entregues diretamente a partir da plataforma Jive Cloud.

Article source: http://computerworld.com.br/jive-firma-parceria-com-cisco-para-oferta-solucao-de-comunicacoes-unificadas-em-nuvem

9 Cloud Certifications Worth Your Time and Money

For IT professionals who want to advance their careers with new skills, certifications in cloud technology and management are a good bet.PreviousNext

Considering the vast number of technical certifications available today, it can become a true challenge to choose which one is right for you. You could go the traditional route and target the more common certifications such as Microsoft’s MCSE Server Infrastructure, Cisco’s CCNA Routing and Switching or CompTIA’s A+. But where’s the fun in that?

Instead, now might be the right time to look at certifying in an area of IT that continues to explode. Of course, I’m referring to the cloud. While cloud technologies have been around for a while now, infrastructure technologies, policies and concepts continue to evolve. So, honing your skills in this area — and possessing the certification to prove your competency — can go a long way. Additionally, having a unique certification that focuses on areas of IT that are in high demand will certainly set you apart from others that choose to obtain the more traditional industry designations.

Once you make the decision to narrow your focus on a cloud-oriented cert, the decision-making process is far from over. Your next choice is to determine what part of the cloud you wish to work on. Are you interested in specializing with a specific public cloud provider or technology vendor? Or would you prefer to be more of a generalist? Want to focus highly technical skills? Or do you just need to understand the basics from a “big picture perspective”? All options are available, and all are completely useful, depending on the target career path you wish to pursue.

We invite you to look at nine certifications we think are worth your time and money. After you click through our list, we’d love to hear your opinion on the value of cloud-focused certifications and which ones you think will be the most valuable for enterprise IT staff.

Andrew has well over a decade of enterprise networking under his belt through his consulting practice, which specializes in enterprise network architectures and datacenter build-outs and prior experience at organizations such as State Farm Insurance, United Airlines and the … View Full BioPreviousNext

Article source: http://www.informationweek.com/cloud/9-cloud-certifications-worth-your-time-and-money/d/d-id/1329611

ICT sector rallies to close skills gap

ICT firms invest more in skills development to help close the skills gap.

ICT firms invest more in skills development to help close the skills gap.

South Africa is still facing a massive skills shortage in the ICT sector. However, there is a concerted effort by ICT companies to help the country build the capacity needed to develop a digital economy.

Oracle saw 24 Professional Development Institute (PDI) students graduate from its Graduate Leadership Programme in Johannesburg this week. The company says the qualifications will equip the students with specialised IT and leadership skills to secure employment in the country’s growing ICT industry.

Stefan Diedericks, alliance and channel director at Oracle SA, says the programme focuses on PDI students who have fully or partially completed a university degree.

“The programme is spread over a period of one year and is based on a blended learning approach, combining classroom training with e-learning and structured on-the-job training and coaching with an Oracle partner. We sponsor the full cost of training for all programme participants.”

According to Diedericks, the programme has delivered 63 graduates since its inception in 2014, and has 65 students already registered for the 2017 course.

Similarly, networking giant Cisco has unveiled plans to train 36 unemployed SA youths in cyber security next year. The firm partnered with NIL Learning Africa to launch a cyber security training programme, which will be based in the company’s Johannesburg office. The programme will feature in-house training as well as experience within companies.

According to Cisco, the course, which is worth between R60 000 and R70 000 per student, will be fully funded by MICT-SETA. “Students will receive a monthly stipend and an internationally recognised certificate, the ‘Cisco Certified CCNA Cyber Ops certification’, upon completion. The certification will be valid for three years.”

Itec SA operating officer Anton Badenhorst says the document management and printing group has also established an in-house technical training college that enrols current junior unskilled employees and unemployed graduates to train them accordingly, with particular focus on the printing and imaging sector.

“We teach them the theoretical side and then they practically apply the knowledge in our workshop, upskilling the guys to technician roles. We have eight interns at any given stage. The courses range between eight to 12 months to get the interns to a junior technician role in a trade. At the end of the day, the guys receive certifications and are able to empower themselves,” he notes.

A 2016 survey by the Centre for Software Engineering (JCSE) found there is an increasing demand for skilled labour in the ICT sector. Speaking at the time, Adrian Schofield, the JCSE’s manager of Applied Research, said: “There is an immediate unsatisfied need for skills in the ICT sector that is only going to get worse in the medium- and long-term. Significant and sustained investment in education and training is required to have any hope of alleviating the skills gap.”


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Jive firma parceria de comunicações unificadas com a Cisco Systems

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    De acordo com o presidente da Jive Brasil, Peter Kodic, “muitos dos nossos clientes e parceiros aguardavam para usar estes novos aparelhos telefônicos. A Cisco é uma das líderes na área de comunicações unificadas em escala empresarial e essa parceria vai fazer uma enorme diferença para muitos dos nossos parceiros e clientes”.

    “A Jive foi a primeira operadora em nuvem dos Estados Unidos a certificar a entrada de telefones multiplataforma da Cisco no mercado. Estamos empolgados com o futuro de nossa parceria,” diz John Lamarque, diretor de gestão de produtos – grupo de tecnologia de comunicações unificadas na Cisco Systems.

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