21 de October de 2019

Novo centro da Cisco em Portugal arranca com 35 pessoas. Empresa quer chegar às 200

Cisco | Oeiras | CX Center
Foto: Cisco

O centro, situado em Oeiras, vai dar apoio aos clientes da Cisco na Europa, mas o objetivo é também alargar o desenvolvimento para a América Latina.

“Se não fosse aqui, não seria em lado algum, porque este é um lugar único para criar um centro de experiência para clientes (CX Center em inglês)”. Foi desta forma que Phil Wolfenden, vice-presidente da Cisco para esta área de negócio, fez a abertura oficial do novo centro da tecnológica norte-americana em Portugal.

Este centro vai prestar apoio direto aos clientes da empresa numa lógica de suporte das diferentes soluções que a Cisco disponibiliza. Segurança e cloud são duas das áreas nas quais o centro de Lisboa está a especializar-se, mas é intenção da empresa alargar as áreas de apoio ao longo do tempo.

Leia também | Cisco contrata 200 talentos nacionais para novo centro em Portugal

Além de Portugal, existem mais dois centro de experiência de cliente na Europa: um em Bruxelas, Bélgica, e outro em Cracóvia, na Polónia. “Queremos que o CX Center ajude os clientes a passarem de escolher a Cisco, para usarem a Cisco e para adorarem a Cisco, para que quando procurarem outra vez, sejamos a primeira escolha”, reforçou o executivo.

O valor do investimento não foi revelado, mas já foram recrutadas 35 pessoas das 200 que estão previstas – e que a Insider avançou em primeira mão – para integrarem esta nova aposta aposta Cisco em Portugal. O novo centro vai ser integrado no edifício que a empresa já ocupa no Lagoas Park e também estará distribuído em pequenas unidades por outros edifícios do mesmo complexo empresarial.

Phil Wolfenden justificou a aposta em Lisboa pela “posição geográfica privilegiada” e também pela mão-de-obra qualificada do país. “[O trabalho do CX Center] Só pode ser entregue pelo melhor talento e Lisboa tem o melhor talento da indústria”, referiu o executivo. “E há outra razão para estamos em Lisboa: a cultura da Europa do Sul é muito diferente da do Norte e é importante termos isso”, acrescentou ainda o vice-presidente da Cisco.

O banco BBVA é um dos clientes que já está a ser apoiado pelo novo centro da Cisco em Portugal. A questão do talento também foi apontada por Pedro Siza Vieira, ministro Adjunto e da Economia, como uma parte importante desta nova ‘conquista’. “Este é um país que dispõe de recursos humanos com características que são indispensáveis para funcionar numa economia global. Os portugueses são capazes de fazer o melhor em áreas muito exigentes do ponto de vista da inovação”.

“Esta história é uma história que continua bem. Representa bem o que investidores têm feito. Cada vez mais empresas vão escolher situar-se em Portugal e a partir de Portugal servir o mundo. Esta história, este centro que hoje vimos aqui abrir, que irá até aos 200 engenheiros nos próximos tempos, se calhar mais, é uma história em si de sucesso do país que se quer distinguir do mundo”, sublinhou o representante do governo.

Este é o primeiro veículo autónomo a circular em Portugal (e já tem seguro)

Article source: https://insider.dn.pt/noticias/cisco-abre-novo-centro-em-portugal/19022/

Google, Facebook, Linkedin, Baidu, Apple, Samsung, Intel, Cisco, Tecent, Huawei e Amazon falaram sobre Bitcoin no Congresso Nacional

O Deputado Federal Expedito Netto, (PSD-RO) aprovou um requerimento para convidar grandes empresas para falar sobre Bitcoin e criptomoedas no congresso nacional, conforme aprovação publicada em 09 de outubro no site da Câmara.

Agora, representantes do Google, Facebook, Linkedin, Baidu, Apple, Samsung, Intel, Cisco, Tecent, Huawei e Amazon  podem comparecer no Congresso Nacional e contribuir com os debates para a regulamentação do Bitcoin no Brasil.

“Solicita-se que sejam compartilhados com esta comissão eventuais estudos em andamento ou finalizados, que enriqueçam o processo de discussão desta comissão com relação à como a legislação em construção pode ajudar a fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias em nosso país e quais seriam os seus impactos. A participação dessas instituições é de extrema relevância na medida em que se busca assegurar que o país possa desenvolver novas tecnologias e se posicionar com protagonismo internacional, compatível com a importância geopolítica de nosso país, mas ao mesmo tempo, assegurando que a legislação não fragilize o controle e o combate à atividades ilícitas”, justificou o deputado.

A participação dos representantes das empresas de tecnologia deve ocorrer na próxima reunião da Comissão Especial, que debate o PL 2303/2015, marcada para 16 de outubro, contudo, tendo em vista a quantidade de requerimentos de Expedito Netto aprovados ainda não está claro como a Comissão irá tratar as diversas Audiências Públicas que aguardam realização.

Como noticiou o Cointelegraph, tendo em vista os requerimentos e suas justificativas o parecer do Deputado Expedito Netto, sobre o PL 2303/2015,, que ele afirmava que entregaria no final deste ano, pode ficar só para 2020.

Article source: https://br.cointelegraph.com/news/google-facebook-linkedin-baidu-apple-samsung-intel-cisco-tecent-huawei-and-amazon-talked-about-bitcoin-in-brazil

Google, Facebook, Linkedin, Baidu, Apple, Samsung, Intel, Cisco, Tecent, Huawei e Amazon falaram sobre Bitcoin no Congresso Nacional

O Deputado Federal Expedito Netto, (PSD-RO) aprovou um requerimento para convidar grandes empresas para falar sobre Bitcoin e criptomoedas no congresso nacional, conforme aprovação publicada em 09 de outubro no site da Câmara.

Agora, representantes do Google, Facebook, Linkedin, Baidu, Apple, Samsung, Intel, Cisco, Tecent, Huawei e Amazon  podem comparecer no Congresso Nacional e contribuir com os debates para a regulamentação do Bitcoin no Brasil.

“Solicita-se que sejam compartilhados com esta comissão eventuais estudos em andamento ou finalizados, que enriqueçam o processo de discussão desta comissão com relação à como a legislação em construção pode ajudar a fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias em nosso país e quais seriam os seus impactos. A participação dessas instituições é de extrema relevância na medida em que se busca assegurar que o país possa desenvolver novas tecnologias e se posicionar com protagonismo internacional, compatível com a importância geopolítica de nosso país, mas ao mesmo tempo, assegurando que a legislação não fragilize o controle e o combate à atividades ilícitas”, justificou o deputado.

A participação dos representantes das empresas de tecnologia deve ocorrer na próxima reunião da Comissão Especial, que debate o PL 2303/2015, marcada para 16 de outubro, contudo, tendo em vista a quantidade de requerimentos de Expedito Netto aprovados ainda não está claro como a Comissão irá tratar as diversas Audiências Públicas que aguardam realização.

Como noticiou o Cointelegraph, tendo em vista os requerimentos e suas justificativas o parecer do Deputado Expedito Netto, sobre o PL 2303/2015,, que ele afirmava que entregaria no final deste ano, pode ficar só para 2020.

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O Deputado Federal Expedito Netto, (PSD-RO) aprovou um requerimento para convidar grandes empresas para falar sobre Bitcoin e criptomoedas no congresso nacional, conforme aprovação publicada em 09 de outubro no site da Câmara.

Agora, representantes do Google, Facebook, Linkedin, Baidu, Apple, Samsung, Intel, Cisco, Tecent, Huawei e Amazon  podem comparecer no Congresso Nacional e contribuir com os debates para a regulamentação do Bitcoin no Brasil.

“Solicita-se que sejam compartilhados com esta comissão eventuais estudos em andamento ou finalizados, que enriqueçam o processo de discussão desta comissão com relação à como a legislação em construção pode ajudar a fomentar o desenvolvimento de novas tecnologias em nosso país e quais seriam os seus impactos. A participação dessas instituições é de extrema relevância na medida em que se busca assegurar que o país possa desenvolver novas tecnologias e se posicionar com protagonismo internacional, compatível com a importância geopolítica de nosso país, mas ao mesmo tempo, assegurando que a legislação não fragilize o controle e o combate à atividades ilícitas”, justificou o deputado.

A participação dos representantes das empresas de tecnologia deve ocorrer na próxima reunião da Comissão Especial, que debate o PL 2303/2015, marcada para 16 de outubro, contudo, tendo em vista a quantidade de requerimentos de Expedito Netto aprovados ainda não está claro como a Comissão irá tratar as diversas Audiências Públicas que aguardam realização.

Como noticiou o Cointelegraph, tendo em vista os requerimentos e suas justificativas o parecer do Deputado Expedito Netto, sobre o PL 2303/2015,, que ele afirmava que entregaria no final deste ano, pode ficar só para 2020.

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30.09.19 Segurança Cisco alerta para falhas de segurança em seus softwares IOS e IOS XE

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A Cisco divulgou mais de uma dúzia de vulnerabilidades de alta gravidade que afetam o software de automação de rede das linhas IOS e IOS XE. Essas falhas afetam, inclusive, roteadores industriais, como os série 800 e série 1000. A empresa também está avisando os clientes para desativarem um recurso de traceroute L2 no IOS, que possui um código de exploração pública.

De maneira preventiva (e urgente) a empresa está pedindo para os administradores revisarem quais versões do Cisco IOS e IOS XE seus dispositivos estão executando, para garantir que eles tenham sido atualizados para versões que tratam dessas falhas. Essas vulnerabilidades foram divulgadas como parte do pacote consultivo de segurança semestral da Cisco para o Cisco IOS e o IOS XE, que foram lançados nos finais dos meses de março e setembro.

Esta atualização inclui 12 avisos que detalham 13 vulnerabilidades de alta gravidade que podem dar ao invasor acesso total a um dispositivo afetado, permitir que eles executem um ataque por injeção de comando ou esgotar os recursos de um dispositivo e causar a paralisação dos serviços. Embora nenhum seja classificado como crítico, um bug rastreado como CVE-2019-12648 no ambiente de aplicativos IOx para IOS tem uma pontuação de 9,9 em 10 possíveis, o que pode ser considerado grave. O bug afeta grandes operadoras de rede que usam os roteadores de serviços industriais integrados série 800 da Cisco e seus roteadores de grade conectada série 1000.


Roteadores da série 800 foram um dos afetados pelo bug do IOS/ Imagem: Cisco

A Cisco explica que, embora essa pontuação no CVSS, normalmente, corresponda a uma classificação crítica, esse bug está contido em um sistema operacional que é executado em uma máquina virtual, ou seja, ele não dá ao invasor a capacidade de obter acesso ao painel administrativo do próprio IOS. “Sob nenhuma circunstância uma exploração poderia permitir ao invasor obter acesso de administrador ao software IOS em execução em um dispositivo afetado”, observa a Cisco, em comunicado.

Para explorar essa vulnerabilidade como administrador, o invasor precisaria ser autenticado no sistema. Mas, devido ao problema de avaliação incorreta no controle de acesso (sigla RBAC, em inglês), ele poderia invadir o sistema como usuário comum ou “root”, graças ao modo de SO convidado baseado no Linux.

Não há soluções alternativas para a resolução deste problema. Portanto, se você não tiver atualizado seu roteador Cisco com esse patch, a empresa recomenda desativar a opção de SO convidado. Ao fazer isso, o vetor de ataque é eliminado e o usuário ganhar tempo até uma atualização fixa ser feita.

A Cisco também publicou um aviso informativo para um problema no utilitário de rastreamento de rede da camada 2 no IOS e no IOS XE. O recurso é ativado por padrão nos switches de rede da linha Cisco Catalyst. A empresa observa que está ciente do código de exploração pública disponível para esse problema.

Traceroute L2

A Cisco avisa que, por padrão, o servidor de rastreamento traceroute L2 não requer autenticação e permite que um invasor colete muitas informações sobre um dispositivo afetado, incluindo nome do host, modelo de hardware, interfaces e endereços IP configurados. Ele também pode ter acesso a banco de dados VLAN, tabela de endereços MAC, tabela de filtragem da camada 2 e informações de vizinhos do Cisco Discovery Protocol.

Em seu comunicado, a empresa forneceu informações sobre como proteger o servidor de traceroute L2. Na mensagem, a Cisco informa como desabilitar o servidor ou atualizá-lo para uma versão do IOS ou IOS XE que desativou esse rastreamento. No entanto, o upgrade para uma versão com ela já desativada de série não será possível até o final deste ano. Essas versões incluem os sistemas Cisco IOS 15.2(7)E1 de dezembro de 2019 e posterior; Cisco IOS XE 3.11.1E de dezembro de 2019 e posterior; e Cisco IOS XE 17.2.1 de março de 2020 e posterior.

Enquanto isso, também existem opções para restringir o acesso por meio do policiamento no plano de controle ou das listas de controle de acesso. O pacote semestral de IOS e IOS XE inclui apenas atualizações críticas e de alta gravidade. Além do update informativo, a Cisco também lançou mais 17 dicas sobre erros de gravidade média que afetam o IOS e o IOS XE.

Fonte: ZDNET

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Article source: https://canaltech.com.br/seguranca/cisco-alerta-para-falhas-de-seguranca-em-seus-softwares-ios-e-ios-xe-151057/

Dell e Cisco crescem no mercado de infraestruturas hiperconvergentes

Receita do mercado global de sistemas convergentes apresentou crescimento de 11%.

O domínio da Dell Technologies no mercado de infraestruturas hiperconvergentes teve uma afirmação no segundo semestre deste ano. Já a participação mundial da Nutanix apresentou uma queda e a Cisco ultrapassou a Hewlett Packard Enterprise.

A receita do mercado global de sistemas convergentes apresentou crescimento de 11%. Além disso, as vendas de infraestrutura hiperconvergente aumentaram 24%, atingindo cerca de 1,8 mil milhões de receitas.

Segundo Eric Sheppard, analista da IDC, o valor das soluções convergentes está a evoluir em linha com às necessidades de um mundo que adota cada vez mais soluções de Cloud híbrida.

“As soluções convergentes modernas estão a impulsionar o crescimento porque permitem que as organizações aproveitem a infraestrutura de data center padronizada, definida por software e altamente automatizada, que é cada vez mais a espinha dorsal de um mundo contínuo de múltiplas Cloud”, explicou o especialista.



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Article source: https://www.computerworld.com.pt/2019/10/10/dell-e-cisco-crescem-no-mercado-de-infraestruturas-hiperconvergentes/

Cisco quer parceria com teles para chegar a provedores menores



Laércio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil

A estratégia da Cisco nos últimos três anos tem sido em projetos de regionalização no País, expandindo para além do eixo São Paulo – Rio de Janeiro – Minas Gerais. Com isso, nos últimos três anos (12 trimestres), a unidade brasileira da fornecedora norte-americana tem crescido dois dígitos. Agora, a empresa quer também estender o alcance para empresas menores, como provedores regionais. E espera poder contar com as grandes operadoras para isso.

A Cisco global criou uma área dedicada às pequenas empresas (“small business”), mas só agora está trazendo essa linha para o Brasil. “Estamos implementando agora, no ano fiscal [iniciado] de agosto. Para este mercado, quero ter segmentação, precificação e ecossistema de parceiros dedicados, com foco nessa área”, declara o presidente da empresa no País, Laércio Albuquerque, em conversa com jornalistas e analistas durante evento da empresa em São Paulo nesta quinta, 3. Os grandes provedores de serviço passaram a ser um importante canal para entregar essas soluções, uma vez que a fornecedora não vende diretamente aos clientes, mas apenas por meio de parceiros. “São clientes grandes como Oi, Vivo, Embratel, que têm uma área específica de managed services e têm sido um canal gigante nosso”, afirma.

É por meio desses braços corporativos das teles que a Cisco quer chegar nos ISPs. “Elas entram no small business e sim, tem potencialização para crescer. As grandes têm uma penetração muito maior com esse pessoal”, afirma. O executivo explica que a solução Meraki já se adéqua às grandes, pequenas e médias empresas, mas reconhece que o segmento b2b costumava ser direcionado para as de maior porte. “Vamos colocar foco grande no mercado de small business, a Cisco está se reinventando para esse setor”.

Albuquerque lembra que o grupo de provedores regionais já se equipara ao tamanho das grandes teles. “Temos duas ou três associações com as quais a gente tem uma relação muito grande. Tratamos como cliente como go-to-market em uma proporção de volume”, declara.

Para atrair esses clientes, a fornecedora quer dedicar não apenas lançamentos, ofertas e produtos específicos para este mercado, mas também precificação. Faz parte da estratégia da Cisco oferecer linhas de financiamento para o pequeno provedor. “Mais de 50% do que vendemos no Brasil é fabricado aqui. E se é fabricado aqui, fica elegível a linhas como o Finame ou cartão BNDES por causa do PPB [Processo Produtivo Básico], é importantíssimo para eles”, complementa o diretor de relações governamentais da empresa, Giuseppe Marrara.

Lei da Informática

A Cisco Brasil vê com bons olhos a renovação da Lei da Informática, especialmente por considerar que acaba com barreiras burocráticas e coloca o mercado nacional em conformidade com a realidade da macroeconomia global. “PPB sempre foi um grande alavancador para trazer investimentos para o País, ajudou a ter fábricas locais, fornecedores e players no mercado. Mas, como tudo, precisa de atualização, e o momento é excelente para ter ajustes”, argumenta Laércio Albuquerque.

Por sua vez, a adequação às regras impostas pela Organização Mundial do Comércio (OMC), é algo que Cisco considera como “ponto de preocupação” no momento. O governo trabalha com uma medida provisória para a revisão dos incentivos fiscais da Lei da Informática para entrar em conformidade com as requisições da OMC após condenação do benefício fiscal via IPI no ano passado. Contudo, a organização estabeleceu como prazo que as novas regras entrem em vigor em 1º de janeiro de 2020. A MP teria que ter sido apresentada no final de setembro, respeitando o prazo de 90 dias para sua efetivação. “A política é boa, o governo aponta para a direção de que continuará a ter uma política industrial para o País. A preocupação é a questão da segurança jurídica, evitando áreas dúbias da lei ou potenciais liabilities [passivos]. O único caveat [senão] é que se elimine o risco desnecessário e a burocracia”, declara Giuseppe Marrara.

O diretor da fornecedora diz que, caso o Brasil não consiga atender à decisão da OMC, pode haver retaliações de países da Europa e do Japão, por exemplo. Mas ele considera que é algo que “foge” da alçada da empresa. “Temos contato com o governo e eles estão preocupados, sabem que pode ter retaliação. Mas também estão demonstrando para a OMC que estão interessados em fazer as mudanças que tem que ser feitas, que não são trivial e simples.” Pela urgência, Marrara espera que a mudança seja por meio de MP. “Acho que a resposta tem de ser dada rápida. Se o mecanismo possível for o decreto, que seja assim. Se em longo prazo se solidificar em lei, melhor.”

Article source: https://teletime.com.br/03/10/2019/cisco-quer-parceria-com-teles-para-chegar-a-provedores-menores/

Sexta temporada de The Flash abre portas para mudanças

Entre as séries do Arrowverso, produções da CW inspiradas em propriedades da DC, não é exagero dizer que The Flash é a que enfrenta maiores problemas para fugir da zona de conforto. Afinal, em cinco temporadas, apenas as duas últimas não tiveram um velocista como principal antagonista de Barry (Grant Gustin) – isso, é claro, desconsiderando a reviravolta ao final do quinto ano que reintroduziu o Flash Reverso/Eobard Thawne (Tom Cavanagh) como grande vilão. Com o iminente desgaste da fórmula da série, o sexto ano chegou dando espaço para algumas mudanças.

[Spoilers de “The Flash: Into the Void”]

A série recomeça momentos após Barry e Iris (Candice Patton) encontrarem a mensagem de despedida de Nora (Jessica Parker Kennedy), quando um surto de energia no Cofre Temporal frita o vídeo e, consequentemente, o último resquício que o casal tem da voz da filha após ela ser apagada da linha temporal. Sem tempo para o luto, o episódio pula para quatro meses depois, com Flash perseguindo um imitador do Deus da Velocidade, velocista do futuro que apareceu na temporada passada. O caso rapidamente é resolvido, com Cisco (Carlos Valdes) explicando para a namorada, Kamila (Victoria Park) – e para o espectador -, que este foi o quarto Deus da Velocidade falso pego pela equipe Flash.

A cena seguinte, um churrasco na casa de Joe (Jesse L Martin), serve como expositor do momento de cada um dos protagonistas: Cisco está aproveitando a vida sem poderes ao lado de Kamila, Ralph (Hartley Sawyer) está viajando o mundo por conta de um caso de pessoa desaparecida, Caitlin (Danielle Panabaker) não consegue lidar com Nevasca e Barry e Iris estão tentando ignorar o luto pela perda de Nora, confiando que uma nova versão da garota ainda vai nascer.

A maneira como o casal lida com sentimento, aliás, é um dos pontos mais interessantes do episódio: enquanto Iris se prende a tudo que restou da filha, contando com seu retorno, o marido encontra no trabalho e em um sorriso vazio uma necessária distração. Pela primeira vez em muito tempo, vemos Barry fazendo o possível para não ficar parado, forçando o resto da equipe a acompanhar seu ritmo.

Outra personagem que precisa lidar com o luto é Caitlin. A cientista comparece ao velório de sua antiga tutora, onde reencontra Ramsey Rosso (Sendhil Ramamurthy), filho da tal instrutora que pede que a cientista lhe forneça Matéria Negra para um tratamento experimental contra o câncer, prontamente recusado Caitlin.

É então que uma onda de pequenos buracos negros começa a aparecer na cidade, quase levando Iris e Caitlin, sendo esta salva de última hora pelo Flash quando Nevasca se recusa a aparecer para ajudar. As investigações da equipe os levam a Chester (Brandon McKnight), um cientista brilhante que criou uma singularidade dentro da própria garagem, mas ficou catatônico após o experimento. Não demora muito para que Cisco descubra que as funções cerebrais de Chester estão divididas entre seu corpo e os esporádicos buracos negros que surgem em Central City.

O time, já completo com o retorno de Ralph, surge com duas opções para interromper o surgimento de singularidades: jogar uma granada de matéria negra no próximo buraco negro, matando Chester no processo, ou mergulhando Barry no vazio (daí o título do episódio) para resgatar a consciência ausente do rapaz, arriscando a vida do herói. Afirmando que não pretende perder mais ninguém, Flash descarta a primeira alternativa, pedindo para Cisco descobrir um jeito de usar os materiais futuristas deixados por Nora para salvar o meta-humano da semana.

Dito e feito: com Nevasca e Homem-Elástico ajudando a polícia, o Velocista Escarlate salta para dentro do buraco negro (ao som de “Flash Theme”, do Queen, em um dos usos mais épicos da música desde seu lançamento) e salva Chester, que acorda de seu estado catatônico em uma máquina dos laboratórios S.T.A.R.

Com o fim do “caso da semana”, o episódio passa a amarrar as pontas soltas dos dramas de seus personagens. Após conversa com Ralph, Caitlin decide que é hora de deixar seu alter-ego comandar um pouco o corpo ou “arranjar uma vida”.. Já Iris e Barry finalmente conversam sobre a “morte” de Nora e o quanto eles precisam se esforçar para aceitar que ela não voltará.

O casal é interrompido pelo Monitor (LaMonica Garrett), que avisa que o desaparecimento do Flash mudou de 2021 para 2019 e que, sem o sacrifício do herói, trilhões morrerão. O episódio se encerra com Ramsey adquirindo matéria negra de um traficante de armas e usando-a no próprio corpo na tentativa de se curar de um câncer. Obviamente, a cura dá errado e o médico começa sua transformação no vilão Hemoglobina.

Apesar da obviedade da resolução do problema desta semana, “Into the Void” apresentou boas oportunidades que podem mexer com a estrutura de The Flash: o desespero de Barry e Iris para tentar mudar a inevitável Crise, a entrada da cínica e sarcástica Nevasca no lugar da doce Caitlin e a introdução de um vilão mais aterrorizante podem dar à série o sopro de ar fresco necessário para fugir da inércia.

Article source: https://www.omelete.com.br/arrowverse/the-flash-serie/the-flash-6-temporada-episodio-1

Dell e Cisco crescem no mercado de infraestrutura hiperconvergente

O domínio da Dell Technologies no mercado de infraestrutura hiperconvergente se firmou no segundo semestre deste ano. Já a participação mundial da Nutanix apresentou queda e a Cisco ultrapassou a Hewlett Packard Enterprise. As informações são da CRN.

A receita do mercado global de sistemas convergentes apresentou crescimento de 11%, atingindo a marca de US$ 3,9 bilhões. Além disso, as vendas de infraestrutura hiperconvergente aumentaram 24%, gerando US$ 1,8 bilhão em receita.

Segundo Eric Sheppard, vice-presidente de pesquisa de plataformas e tecnologias de infraestrutura da IDC, o valor das soluções convergentes está evoluindo para se alinhar às necessidades de um mundo que adota cada vez mais a nuvem híbrida.

“As soluções convergentes modernas estão impulsionando o crescimento porque permitem que as organizações aproveitem a infraestrutura de datacenter padronizada, definida por software e altamente automatizada, que é cada vez mais a espinha dorsal de um mundo contínuo de múltiplas nuvens”, explicou o especialista.

 

Article source: https://computerworld.com.br/2019/10/09/dell-e-cisco-crescem-no-mercado-de-infraestrutura-hiperconvergente/

Em momento positivo no Brasil, Cisco cria área para pequenos negócios

Durante os últimos três anos (ou 12 trimestres) a operação da Cisco no Brasil não só deu lucro, mas ultrapassou os dois dígitos de ganhos. A informação foi dada por Laércio Albuquerque, presidente da empresa no país, durante encontro reservado para jornalistas e analistas. Na ocasião, o executivo aproveitou para detalhar um novo segmento de negócio que a empresa acabou de criar para pequenas empresas.

Apesar da nova área de negócios se chamar “small business”, a Cisco não pretende atender apenas a PMEs, mas também corporações que ainda estão em processo de crescimento e que precisem de soluções de TI mais elaboradas. De acordo com Albuquerque, a companhia está desenvolvendo um sistema de preços pensado para esse público e um ecossistema de parceiros preparados para atender ao segmento.

Movimento de expansão

Além da receita de dois dígitos que a marca vem conquistando no país, outro fator importante para trazer esse novo segmento foi o crescimento de novos clientes vindos de regiões fora do eixo São Paulo – Rio de Janeiro – Minas Gerais. Segundo Albuquerque, a taxa de novos membros tem sido o dobro da registrada nos mercados centrais, percentualmente falando.

Outra questão que contribuiu para o investimento nessa área foi a tendência de digitalização das empresas, que potencializa a criação de novos produtos ou serviços em regiões distantes das metrópoles. E são negócios criados nesse formato que estão na mira da Cisco. “Num mundo onde as empresas já nascem digitais, a gente começa a vender nossas soluções para clientes que nunca ouvimos falar, mas que estão investindo muito em tecnologia.”

Para alcançar esse mercado mais regional, a companhia americana conta com a parceria de empresas de telecomunicação, que atuarão como canais entre as necessidades dos clientes e a carteira de serviços oferecidos pela gigante de TI. A Cisco também estuda alternativas de financiamento para viabilizar a aquisição de seus produtos por firmas de pequeno porte.

“Hoje, mais de 50% do que vendemos no Brasil é fabricado no Brasil via PPB (Processo Produtivo Básico). E [por isso], eles são elegíveis a Finame, cartão BNDES e linhas de crédito”, explica Giuseppe Marrara, diretor de relações governamentais da marca, também presente no encontro.

 

 

Article source: https://computerworld.com.br/2019/10/08/em-momento-positivo-no-brasil-cisco-cria-area-para-pequenos-negocios/