15 de December de 2018

O que são Suporte e Resistência – Análise Técnica

O que são Suporte e Resistência?

A análise técnica utiliza a leitura dos gráficos para determinar possíveis pontos de compra ou venda de ativos. Uma das maneiras mais utilizadas pelos investidores para observarem regiões importantes de preço desses ativos, é através das linhas de suporte e resistência.

Suporte e resistência são regiões onde ocorre uma grande disputa entre os compradores e vendedores. A dificuldade dos preços se moverem para acima (resistência) ou para abaixo (suporte) é o que forma essas regiões.

Mas para entender melhor como são formadas as regiões de suportes e resistências no gráfico,  você precisa primeiro aprender o que são números de força.

O que são números de força?

Os investidores guardam na lembrança grandes marcos e as cotações nas quais ganharam muito ou perderam muito; essas regiões se tornam barreiras onde ocorre uma grande briga entre compradores e vendedores, criando as regiões de suporte e resistência.

Abaixo está um exemplo de um suporte  – RAPT4 (Randon Participações):

RAPT4

Na imagem acima, podemos notar que o preço do ativo quando está em queda, não consegue romper uma determinada região e volta a subir, formando uma região de suporte.

Por várias vezes a linha de suporte é tocada e o toque dessa linha proporcionou ao menos 3 ótimas oportunidades de compra, apostando que o preço não romperia essa região e voltaria a subir, porém em um determinado momento a força vendedora é tão intensa que rompe essa região.

O que são Suportes?

São níveis de preços em que a força vendedora ao longo do tempo não teve força para romper em movimentos de baixa. Podemos considerar a região de suporte como a área em que o preço está “abaixo do mercado”, onde o interesse dos compradores é forte o suficiente para superar uma força vendedora.

Como traçar uma linha de suporte no gráfico?

Para traçar uma linha de suporte no gráfico, ligamos os fundos consecutivos com retas na horizontal (como no exemplo abaixo).


O que são Resistências?

As resistências são níveis de preços nos quais a força compradora ao longo do tempo não conseguiu superar essa região e continuar subindo. Uma resistência é a região onde o preço está “acima do mercado”, e por esse motivo a força vendedora é superior à força compradora.

Como traçar uma linha de resistência no gráfico?

Para traçar uma linha de resistência, ligamos os topos consecutivos com retas na horizontal (como no exemplo abaixo).


Operando com Suporte e Resistência

O teste destas linhas ou seu rompimento, costuma oferecer boas possibilidades de operações.

Muitos investidores utilizam uma estratégia simples para negociar um ativo utilizando suportes e resistências; comprar no suporte e vender na resistência, mas algumas vezes ocorre o rompimento dessa região de suporte e resistência, sendo importante contar com estratégias para proteção do capital e também para aproveitar esses acontecimentos.

Outro ponto importante é que quanto mais vezes o mercado “bater e voltar” na linha (suporte ou resistência), mais forte é a confiabilidade da barreira de preços.

Quando ocorre um rompimento da resistência ou suporte, existe uma tendência desses pontos se reverterem, ou seja, um suporte se torna resistência e vice-versa.

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Article source: http://andremoraesnabolsa.infomoney.com.br/o-que-sao-suporte-e-resistencia/

Brasil está atrasado em cidades inteligentes | Notícias

O Brasil está atrasado na área de cidades inteligentes e longe de alcançar seu potencial neste segmento.

Para Renato Silveira Pazotto, líder do Smart+Connected Cities da Cisco na América Latina, países como Colômbia, Equador e Chile estão mais avançados no tema pela facilidade maior de implantação de tecnologia de ponta. O executivo conversou com a reportagem do Baguete durante o Cisco Live Latam 2018, realizado em Cancun.

Neste momento, algumas cidades no Brasil trabalham para melhorar sua infraestrutura, o que pode possibilitar o avanço de ações em smart cities no futuro. A Cisco tem contatos com nove municípios em relação a projetos de cidades inteligentes no país.

“A maioria das cidades com as quais começamos a conversar estão pouco estruturadas em relação a infraestrutura de rede. Uma das cidades mais avançada é Jundiaí, atraveś da Companhia de Informática de Jundiaí (Cijun), que tem processos eletrônicos e rede de fibra crescendo para suportar a conectividade de todos os órgãos e áreas como gerenciamento de trânsito e segurança”, destaca Pazotto.

Com uma rede desenvolvida, as cidades podem pensar em avanços com sensorização e coleta de informações que podem ser utilizadas posteriormente em ações como planejamento urbanístico.

“O Brasil tem ficado um pouco para trás até na fase de infraestrutura, por ter uma desvantagem grande que é o peso de impostos em importação de equipamentos. Não temos uma indústria nacional que supra essa necessidade e o que vem do exterior é altamente taxado. Enquanto temos um total de 80% do valor de carga tributária, o Uruguai tem 2%, a Colômbia tem 10% e o Chile, 5%, então é uma discrepância muito grande”, completa o executivo da Cisco.

Um dos projetos da empresa no país foi realizado em Belo Horizonte e contou com a implantação de um sistema para gerenciar a iluminação pública a partir de um acordo com a Logicalis, parceria da Cisco. 

O projeto foi firmado com a BHIP, concessionária de iluminação pública de Belo Horizonte que venceu uma concorrência no modelo parceria público-privada (PPP) e iniciou sua operação em 2017.

Com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência do Brasil, a Cisco aguarda para entender quais serão as novidades em relação a projetos de tecnologia e cidades inteligentes.

“O governo federal pode contribuir com o avanço das iniciativas de smart cities a partir de transferência de recursos para as cidades e com preparação do conhecimento através dos ministérios”, relata Pazotto.

Para ele, o novo governo ainda é uma incógnita nesse tema.

“A Cisco avalia trazer o programa Country Digital Acceleration (CDA) para o Brasil de acordo com a identificação de prioridades do novo governo em relação a aplicação de tecnologia de telecomunicações, data center, segurança e todo o portfólio da empresa”, relata.

O programa prevê investimentos da Cisco em projetos que são considerados alavancadores, mas a chegada da iniciativa vai depender do que a empresa ouvir de novos representantes.

“A expectativa é boa, em princípio. Acredito que haverá uma certa neutralidade mais amigável a empresas globais como a Cisco”, finaliza Pazotto.

* Júlia Merker participou do Cisco Live Latam 2018, no México, a convite da Cisco.

Article source: https://www.baguete.com.br/noticias/14/12/2018/brasil-esta-atrasado-em-cidades-inteligentes

VNI da Cisco indica que menos da metade do mundo está conectada – TELETIME News

Recentemente, a UIT declarou que a Internet já chega a mais da metade da população mundial (a estimativa da entidade é de que 2018 se encerre com 3,9 bilhões de pessoas conectadas, ou 51,2% da população global), mas o Visual Network Index da Cisco divulgado esta semana é mais conservador. A companhia afirma que esse percentual ainda era de 45% em 2017. De toda a forma, prevê que a quantidade de usuários chegará a 4,8 bilhões de pessoas em 2022, o que representa 60% da população mundial.

O diretor do segmento de operadoras da Cisco Brasil, Hugo Baeta, comentou a este noticiário que não tem como avaliar os dados da UIT ou a metodologia utilizada, mas reitera que o VNI é publicado desde 2005. “Durante este longo histórico, o estudo mostrou um ótimo grau de acerto”, destacou, citando a metodologia da empresa.

No Brasil, a previsão é de que haja 191 milhões de conectados em 2022, ou 88% da população. De acordo com a empresa, em 2017 eram 154 milhões de usuários, ou 73% da população. Os números diferem dos divulgados em julho pelo Cetic.br, na pesquisa TIC Domicílios 2017. Segundo o levantamento, o Brasil contava com 120,7 milhões de usuários de Internet no ano passado, ou 67% da população brasileira. A respeito dessa diferença, Baeta disse que os dados da Cisco levam em consideração a população aproximada do País entre 209 e 210 milhões de pessoas, mas disse não ter acesso a detalhes do estudo TIC Domicílios.

Em termos de dispositivos, o VNI estima que haverá 28,5 bilhões entre aparelhos fixos e móveis daqui a quatro anos, contra 18 bilhões em 2017. A relação de dispositivos/conexões por pessoa subirá de 2,4 para 3,6 no período. No Brasil, serão 724,2 milhões de dispositivos conectados, contra 500,3 milhões no ano passado, e uma relação de 3,3 aparelhos por pessoa (contra 2,4 per capita em 2017).

Contudo, mais da metade desses aparelhos serão de máquina-a-máquina (M2M) em 2022, contra 37% em 2017. Serão 14,6 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas, enquanto no ano passado eram 6,1 bilhões. No Brasil, os acessos M2M serão 45% do total (326,1 milhões), contra 29% em 2017. Neste caso, há uma grande discrepância em relação à base reportada pela Anatel em dezembro do ano passado. Somando os acessos M2M Especial e Padrão, havia cerca de 15,220 milhões de conexões, o que representava apenas 6,44% do mercado de acessos móveis. No entanto, Hugo Baeta esclarece que o estudo da Cisco leva em consideração não apenas aparelhos M2M conectados à rede móvel, “mas também com as [frequências] não licenciadas, englobando o espectro completo de aplicação e casos de uso M2M”.

Tráfego e velocidade

O estudo prevê que a tendência do tráfego é de continuar crescendo. Segundo a Cisco, em 2022, o tráfego IP nas redes globais vai ultrapassar todo o volume trafegado na Internet entre 1984 e 2016. Serão 4,8 zettabytes de tráfego por ano daqui a seis anos, ou 396 exabytes por mês. Isso significa que esse volume triplicará em relação a 2017, quando o tráfego IP mensal era de 122 exabytes.

O estudo afirma também que o tráfego da Internet em horário de pico crescerá cinco vezes (com crescimento médio anual composto de 37%) entre 2017 e 2022, atingindo 7,2 petabytes por segundo ao final do período. O tráfego médio de Internet crescerá quatro vezes (CAGR de 30%) e encerrará 2022 chegando a 1 PBps.

Já a velocidade média da banda larga fixa no mundo quase duplicará, saindo de atuais 39 Mbps para 75,4 Mbps. Em conexões Wi-Fi, as médias sairão de 24,4 Mbps para 54 Mbps. Já nas conexões móveis, a velocidade sairá de 8,7 Mbps para 28,5 Mbps.

No Brasil, a média de velocidade da banda larga fixa crescerá 2,2 vezes, segundo a Cisco, mas ainda ficará significativamente abaixo da média global. A conexão brasileira sairia de 13,2 Mbps em 2017 para 29 Mbps em 2022. Considerando apenas o Wi-Fi, sairia de 9,3 Mbps para 16 Mbps, um avanço de 1,8x. Por sua vez, no acesso móvel, haverá um aumento de 3x, atingindo 20 Mbps em 2022.

Conteúdo

Grande parte do tráfego será destinado a conteúdo de entretenimento. Vídeos, games e multimídia somados representarão 85% dos dados nas redes em 2022. Somente o tráfego IP de vídeos quadruplicará em 2022, chegando a ser 82% do total, contra 75% atuais. No Brasil, essa proporção do vídeo será maior ao final do período: 85%, após aumento de duas vezes em relação a 2017 e chegando a 5,9 Exabytes.

Já os jogos eletrônicos deverão representar 4% do total mundial, crescendo nove vezes no intervalo. No Brasil, serão 3% de todo o tráfego, após aumento de quatro vezes. Por fim, o tráfego global de realidade virtual e aumentada, atualmente de 0,33 exabytes/mês, chegará a 4,02 exabytes/mês em 2022.

Article source: http://teletime.com.br/13/12/2018/vni-da-cisco-indica-que-menos-da-metade-do-mundo-esta-conectada/

Redes: Saiba o que é uma VLAN e aprenda a configurar

O termo VLAN (Virtual LANs – redes locais virtuais) não é propriamente novo para os leitores do Pplware. Em finais de 2010, escrevemos aqui um artigo sobre VLANs e também quais os benefícios numa rede de dados.

Hoje vamos apresentar mais alguns conceitos e ensinar a configurar num switch Cisco.

Afinal o que é uma VLAN?

Devido ao crescimento e complexidade das redes informáticas, é muito comum nos dias de hoje que a rede física seja “dividida” em vários segmentos lógicos, denominadas de VLANs. Uma VLAN é basicamente uma rede lógica onde podemos agrupar várias máquinas de acordo com vários critérios (ex. grupos de utilizadores, por departamentos, tipo de tráfego, etc).

As VLANs permitem a segmentação das redes físicas, sendo que a comunicação entre máquinas de VLANs diferentes terá de passar obrigatoriamente por um router ou outro equipamento capaz de realizar encaminhamento (routing), que será responsável por encaminhar o tráfego entre redes (VLANs) distintas. De referir ainda que uma VLAN define um domínio de broadcast (ou seja, um brodcast apenas chega aos equipamentos de uma mesma VLAN). As VLANs oferecem ainda outras vantagens das quais se destacam: segurança, escalabilidade, flexibilidade, redução de custos, etc.

No exemplo da imagem a seguir temos 2 VLANs criadas no switch (VLAN 100 e VLAN 200).  Na VLAN 100 temos o Host A e o Host B. Na VLAN 200 temos o Host C e o Host D. Num switch podemos configurar várias VLANs criando assim vários domínios de broadcast  – o tráfego de uma VLAN não é enviado para outra VLAN. Para que tal aconteça é necessário que haja encaminhamento (por exemplo através de um router). Assim, neste exemplo, independentemente das máquinas estarem ligadas ao mesmo equipamento físico, o Host A só consegue comunicar com o Host B (e vice-versa) e o mesmo acontece com o Host C e o Host D.

Quando ter uma rede física segmentada em VLANs?

Imaginem, por exemplo, que foram contactados para implementar uma rede numa Universidade. Considerando que vamos ter utilizadores/serviços/perfis distintos (ex. Apoio à Direção, pessoal da contabilidade, pessoal dos recursos humanos, externos, etc) a ligarem-se à mesma rede física. Nesse sentido é importante que as máquinas estejam em redes separadas (mesmo estando ligadas no mesmo switch ou segmento de rede). Não faz sentido (essencialmente por questões de segurança), que um utilizador (ex.um aluno), se ligue à mesma rede onde estão os utilizadores que fazem parte do serviço da contabilidade.

Vejam o seguinte cenário para um edifício: 3 grupos distintos de utilizadores que pertencem à contabilidade, gestão de recursos humanos e apoio à direção. Os utilizadores dos três serviços encontram-se distribuídos pelos vários pisos no mesmo edifício, mas em termos de rede (uma que vez foram configuradas VLANs), encontram-se na rede (VLAN) definida para cada serviço.

A comunicação entre utilizadores de serviços diferentes só é possível, se configurado o encaminhamento no router.

A constituição de VLANs numa rede física, pode dever-se a questões de:

  • Organização – diferentes departamentos/serviços podem ter a sua própria VLAN. De referir que a mesma VLAN pode ser configurada ao longo de vários switchs, permitindo assim que utilizadores do mesmo departamento/serviço estejam em locais físicos distintos (ex. Utilizador A – Polo 1, utilizador B – Polo 2) da mesma instituição;
  • Segurança– Pelas questões que já foram referidas acima, ou por exemplo para que os utilizadores de uma rede não tenham acesso a determinados servidores;
  • Segmentação– Permite dividir a rede física, em redes lógicas mais pequenas e assim tem um melhor controlo/gestão a nível de utilização/tráfego.

 

VLANs – Tipo de portas

Um switch com a capacidade para criação de VLAN suporta dois tipos de portas:

  • Portas de Acesso (ligações de acesso)
  • Portas Trunk (ligações partilhadas)

Uma Porta de Acesso (access), permite associar uma porta do switch a uma vlan. As portas do tipo acesso são usadas para ligar PCs, impressoras, etc. Por omissão, todas as portas do switch vêm configuradas na VLAN 1.

Uma Porta Trunk, normalmente usada para interligação de switchs ou ligação a routers, e permite a passagem de tráfego de várias VLANs. Configurando uma porta como trunk, todo o tráfego de todas as VLANs criadas no switch podem passar por lá, no entanto o administrador pode limitar ao número de VLANs que pretender. Como podem ver pela imagem seguinte, a ligação entre o switch A e o Switch B é realizado através de portas Trunk isto porque, no mesmo link, é necessário passar tráfego da VLAN 100 e 200.

Como configurar?

Para este artigo vamos considerar o exemplo anterior. Vamos também definir o seguinte endereçamento:

  • VLAN 100: 192.168.100.0/24
  • VLAN 200: 192.168.200.0/24

Para começar vamos criar as VLANs no switch A e depois associar a porta Fa0/2 e Fa0/3 à VLAN 100 e a Fa0/4 à VLAN 200. Vamos ainda atribuir o nome Estudantes à VLAN 100 e Docentes à VLAN 200. Para tal, entramos no SwitchA e realizamos as seguintes configurações:

SwitchA enable
SwitchA# configure terminal
SwitchA(config)#vlan 100
SwitchA(config-vlan)#name estudantes
SwitchA(config-vlan)#vlan 200
SwitchA(config-vlan)#name docentes
SwitchA(config-vlan)#exit

SwitchA(config)#interface fastEthernet 0/2
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 100

SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/3
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 100

SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/4
SwitchA(config-if)#switchport mode access
SwitchA(config-if)#switchport access vlan 200

Devem realizar uma configuração semelhante para o SwitchB

SwitchB enable
SwitchB# configure terminal
SwitchB(config)#vlan 100
SwitchB(config-vlan)#name estudantes
SwitchB(config-vlan)#vlan 200
SwitchB(config-vlan)#name docentes
SwitchB(config-vlan)#exit

SwitchB(config)#interface fastEthernet 0/2
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 100

SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/3
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 200

SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/4
SwitchB(config-if)#switchport mode access
SwitchB(config-if)#switchport access vlan 200

Por fim vamos configurar as portas trunk. Para tal vamos ao SwitchA, e definimos a porta fastEthernet 0/1 como Trunk.

SwitchA(config-if)#interface fastEthernet 0/1
SwitchA(config-if)#switchport mode trunk

Devem realizar uma configuração semelhante para o SwitchB

SwitchB(config-if)#interface fastEthernet 0/1
SwitchB(config-if)#switchport mode trunk

Caso pretendam ver as VLANS por porta, podem executar o comando show vlan

Testes

Vamos agora verificar se há comunicação entre máquinas da mesma VLAN, ligadas a switchs diferentes. Para a realização de testes vamos tentar pingar do PC0 para o PC3 (que pertencem à VLAN 100). Em seguida vamos pingar do PC2 para para PC5 (que pertencem à VLAN 200).

Comunicação entre PC0 e PC3

Comunicação entre PC2 e PC5

Espero que tenham percebido o conceito de VLAN, e caso queiram colocar em prática podem sempre consultar a data sheet dos vossos switchs para saber se suportam VLANS. Alguém usa esta tecnologia?

Existem ainda outros conceitos dentro do assunto das VLANs como por exemplo VTP, trunking (protocolo 802.1Q ou ISL da Cisco), subinterfaces, etc. Esperamos trazer estes temas em próximos artigos.


Leia ainda:

NIC Bonding – Aprenda o que é e como configurar

Article source: https://pplware.sapo.pt/tutoriais/networking/redes-saiba-o-que-e-uma-vlan-e-aprenda-a-configurar/

Cisco quer participar da transformação digital do setor

Atenta ao processo de transformação digital que o setor elétrico vem passando, a Cisco tem atuado junto ao mercado para oferecer soluções que além de melhorar os aspectos operacionais dos clientes, também solucionem problemas e até aprimorem o modelo de negócios. “No processo de transformação digital, a gente não só discute tecnologia, a gente discute quais são os principais problemas do setor e ele hoje passa por desafios que a nossa matriz está em transformação”, avisa Severiano Macedo, consultor de transformação digital da Cisco para o setor de Energia.

Ele conta que o cenário com a entrada de térmicas, renováveis e geração distribuída faz com que haja a necessidade de sistemas mais inteligentes, capazes de adaptar as variações diárias. “Tem um mundo de consumidores, mas ao mesmo tempo tem um mundo de geradores de energia”, avisa. Ele não vê o país tão atrasado na sua transformação energética, mas admite que ele está atrás de outros que já estão estabelecidos na geração distribuída e no descarbonização. Macedo vê nesse atraso a vantagem para uma melhor preparação e planejamento.

Se no passado a Cisco vendia apenas tecnologia aos seus clientes, hoje ela tem a preocupação de saber quais são as prioridades deles. O passo seguinte é transformá-las em tecnologia, gerando valor. “Nosso trabalho é muito mais proativo, no sentido de entender quais são os problemas, para depois discutir tecnologia”. Segundo Macedo, há muita oferta em soluções de tecnologia, “mas é preciso ter a certeza de que ela vai ser usada pelas pessoas corretas e vai ter impacto no cliente final”.

Macedo vê as distribuidoras com um desafio maior que as outras empresas do setor, uma vez que para ele, quanto mais perto do consumidor, maior é a tarefa. As distribuidoras devem procurar entender os seus anseios. “Hoje o cliente tem dois cérebros: o biológico e o digital, que são os smartphones. Essa combinação torna o cliente muito poderoso”, ressalta. Embora o setor não seja o líder de receitas para a Cisco, a empresa tem um olhar para setor diferenciado para ele, com uma vertical de energia. “É um sistema ovo que está em transformação e tem um potencial muito grande”, frisa.

Com produtos desenvolvidos e certificados especialmente para o setor, a Cisco também lidera a padronização de tecnologias, como a das redes Mesh. A empresa é líder de uma aliança internacional em que várias distribuidoras globais participam. “Ela tem um papel de liderança forte”, conclui.

Article source: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53079909/cisco-quer-participar-da-transformacao-digital-do-setor

Banda larga VNI da Cisco indica que menos da metade do mundo está conectada quinta-feira

Recentemente, a UIT declarou que a Internet já chega a mais da metade da população mundial (a estimativa da entidade é de que 2018 se encerre com 3,9 bilhões de pessoas conectadas, ou 51,2% da população global), mas o Visual Network Index da Cisco divulgado esta semana é mais conservador. A companhia afirma que esse percentual ainda era de 45% em 2017. De toda a forma, prevê que a quantidade de usuários chegará a 4,8 bilhões de pessoas em 2022, o que representa 60% da população mundial.

O diretor do segmento de operadoras da Cisco Brasil, Hugo Baeta, comentou a este noticiário que não tem como avaliar os dados da UIT ou a metodologia utilizada, mas reitera que o VNI é publicado desde 2005. “Durante este longo histórico, o estudo mostrou um ótimo grau de acerto”, destacou, citando a metodologia da empresa.

No Brasil, a previsão é de que haja 191 milhões de conectados em 2022, ou 88% da população. De acordo com a empresa, em 2017 eram 154 milhões de usuários, ou 73% da população. Os números diferem dos divulgados em julho pelo Cetic.br, na pesquisa TIC Domicílios 2017. Segundo o levantamento, o Brasil contava com 120,7 milhões de usuários de Internet no ano passado, ou 67% da população brasileira. A respeito dessa diferença, Baeta disse que os dados da Cisco levam em consideração a população aproximada do País entre 209 e 210 milhões de pessoas, mas disse não ter acesso a detalhes do estudo TIC Domicílios.

Em termos de dispositivos, o VNI estima que haverá 28,5 bilhões entre aparelhos fixos e móveis daqui a quatro anos, contra 18 bilhões em 2017. A relação de dispositivos/conexões por pessoa subirá de 2,4 para 3,6 no período. No Brasil, serão 724,2 milhões de dispositivos conectados, contra 500,3 milhões no ano passado, e uma relação de 3,3 aparelhos por pessoa (contra 2,4 per capita em 2017).

Contudo, mais da metade desses aparelhos serão de máquina-a-máquina (M2M) em 2022, contra 37% em 2017. Serão 14,6 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas, enquanto no ano passado eram 6,1 bilhões. No Brasil, os acessos M2M serão 45% do total (326,1 milhões), contra 29% em 2017. Neste caso, há uma grande discrepância em relação à base reportada pela Anatel em dezembro do ano passado. Somando os acessos M2M Especial e Padrão, havia cerca de 15,220 milhões de conexões, o que representava apenas 6,44% do mercado de acessos móveis. No entanto, Hugo Baeta esclarece que o estudo da Cisco leva em consideração não apenas aparelhos M2M conectados à rede móvel, “mas também com as [frequências] não licenciadas, englobando o espectro completo de aplicação e casos de uso M2M”.

Tráfego e velocidade

O estudo prevê que a tendência do tráfego é de continuar crescendo. Segundo a Cisco, em 2022, o tráfego IP nas redes globais vai ultrapassar todo o volume trafegado na Internet entre 1984 e 2016. Serão 4,8 zettabytes de tráfego por ano daqui a seis anos, ou 396 exabytes por mês. Isso significa que esse volume triplicará em relação a 2017, quando o tráfego IP mensal era de 122 exabytes.

O estudo afirma também que o tráfego da Internet em horário de pico crescerá cinco vezes (com crescimento médio anual composto de 37%) entre 2017 e 2022, atingindo 7,2 petabytes por segundo ao final do período. O tráfego médio de Internet crescerá quatro vezes (CAGR de 30%) e encerrará 2022 chegando a 1 PBps.

Já a velocidade média da banda larga fixa no mundo quase duplicará, saindo de atuais 39 Mbps para 75,4 Mbps. Em conexões Wi-Fi, as médias sairão de 24,4 Mbps para 54 Mbps. Já nas conexões móveis, a velocidade sairá de 8,7 Mbps para 28,5 Mbps.

No Brasil, a média de velocidade da banda larga fixa crescerá 2,2 vezes, segundo a Cisco, mas ainda ficará significativamente abaixo da média global. A conexão brasileira sairia de 13,2 Mbps em 2017 para 29 Mbps em 2022. Considerando apenas o Wi-Fi, sairia de 9,3 Mbps para 16 Mbps, um avanço de 1,8x. Por sua vez, no acesso móvel, haverá um aumento de 3x, atingindo 20 Mbps em 2022.

Conteúdo

Grande parte do tráfego será destinado a conteúdo de entretenimento. Vídeos, games e multimídia somados representarão 85% dos dados nas redes em 2022. Somente o tráfego IP de vídeos quadruplicará em 2022, chegando a ser 82% do total, contra 75% atuais. No Brasil, essa proporção do vídeo será maior ao final do período: 85%, após aumento de duas vezes em relação a 2017 e chegando a 5,9 Exabytes.

Já os jogos eletrônicos deverão representar 4% do total mundial, crescendo nove vezes no intervalo. No Brasil, serão 3% de todo o tráfego, após aumento de quatro vezes. Por fim, o tráfego global de realidade virtual e aumentada, atualmente de 0,33 exabytes/mês, chegará a 4,02 exabytes/mês em 2022.

Article source: http://teletime.com.br/13/12/2018/vni-da-cisco-indica-que-menos-da-metade-do-mundo-esta-conectada/

Vita IT é patrocinadora Gold do primeiro Cisco Connect no Brasil – INFOR CHANNEL – O ponto de encontro da comunidade de TI

A Vita IT, uma das principais integradoras dedicadas à excelência na prestação de serviços de TI, estará presente, como patrocinadora Gold, no encontro mais importante do ecossistema de parceiros e clientes Cisco – o Cisco Connect Brasil 2018, que acontece entre os dias 19 e 20 de setembro, em São Paulo.

Durante o evento, os especialistas da Vita apresentarão demos práticas dos principais serviços e soluções da empresa, como Cisco Webex com realidade virtual, AppDynamics para monitoração em tempo real e sistema simplificado de agendamento e reserva de salas.

“O Cisco Connect oferece uma nova perspectiva sobre a transformação tecnológica e os seus desafios. Participar de um evento como esse é uma excelente oportunidade para nós da Vita IT porque, além de expormos as nossas especialidades, podemos obter insights sobre as tecnologias e tendências que impulsionarão a forma como as empresas se comunicam, colaboram e fazem negócio”, diz Mauricio Zucchini, diretor de produtos e serviços da Vita IT.

O Cisco Connect contará com a presença de Laercio Albuquerque, presidente da Cisco do Brasil, Michael Koons, vice-presidente sênior global de Engenharia da Cisco, e contará com atrações dos grupos Ultraje a Rigor e Além do Rock.

Informações gerais:
Cisco Connect
Data: 19 de setembro (evento Partner Forum para parceiros Cisco) e 20 de setembro (exclusivo para clientes)
Local: Local: Golden Hall – WCity Events Center – Sheraton São Paulo WTC Hotel
Avenida das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo – São Paulo

Article source: https://inforchannel.com.br/2018/09/17/vita-it-e-patrocinadora-gold-do-primeiro-cisco-connect-no-brasil/

OpenDNS agora tem servidor no Brasil

O OpenDNS, serviço de DNS gratuito da Cisco, ganhou uma novidade importante para usuários brasileiros: a empresa inaugurou servidores no país, reduzindo significativamente a latência na resolução de domínios.

Trata-se do primeiro servidor do OpenDNS na América do Sul, mais precisamente no datacenter da Equinix em Santana de Parnaíba (SP), conforme apurou o Tecnoblog. Até então, os usuários no Brasil eram direcionados para servidores em Miami, geograficamente mais próximo do país.

OpenDNS

Nos nossos testes, o ping diminuiu bastante: até Miami, a latência em uma conexão da Vivo em São Paulo (SP) girava em torno de 130 a 140 milissegundos; com os servidores nacionais, o tempo caiu para 3 ms. Na prática, isso significa que os acessos a páginas da web poderão ficar sensivelmente mais rápidos.

O DNS tem a função de traduzir um endereço (tecnoblog.net) para um IP (104.25.134.33). Se o serviço for instável, o acesso a um site qualquer poderá ficar mais lento. Se o servidor de DNS estiver fora do ar, como aconteceu recentemente com o Google Public DNS, você terá dificuldade para acessar a web, mesmo quando sua conexão estiver normal.

Os servidores do OpenDNS continuam os mesmos: 208.67.222.222 e 208.67.220.220. Saiba como mudar o DNS no Windows e macOS e descubra qual é o mais apropriado para você.

Dica do Thiago Rodrigues. Obrigado!

Article source: https://tecnoblog.net/234674/opendns-servidor-dns-brasil-ip/

Logicalis conquista certificação Cisco Global Gold – E

A Logicalis, empresa global de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação, acaba de conquistar a certificação Global Gold da Cisco, tornando-se parte de um seleto grupo de organizações internacionais nessa categoria.

“Cada vez mais, nossos clientes são empresas globais, que fazem negócios e possuem operações em diferentes localidades, espalhadas por todo o mundo. A Logicalis está preparada para entender seus desafios de negócios e suportá-los no caminho da transformação digital, seja na América Latina ou em qualquer lugar do mundo – e a parceria Global Gold, da Cisco, garante uma experiência uniforme e integrada, seja onde for”, garante Rodrigo Parreira, CEO da Logicalis para a América Latina.

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Mais alto nível de certificação Cisco, o Global Gold não apenas reconhece a capacidade de suporte a tecnologias e serviços Cisco, a experiência em projetos de alta complexidade, a qualidade da equipe e o comprometimento com a criação de valor para seus clientes por meio da inovação, como traz uma série de benefícios para os parceiros e, consequentemente, para seus clientes.

Abrangendo IoT, software, segurança, redes e serviços, o selo Global Gold permite à Logicalis estender globalmente os níveis de serviço já consolidados na operação latino-americana, região na qual completa 20 anos de parceria com a Cisco.

“A Logicalis é uma organização multinacional que compreende perfeitamente os desafios de se fazer negócios globais. Estamos muito felizes em ver nossos investimentos na capacitação técnica de nossa equipe, nossos sólidos processos de negócios e nossas operações integradas sendo, agora, reconhecidos. Mais importante, nossos clientes podem ter certeza da experiência ímpar e do inabalável comprometimento da Logicalis em investir continuamente em tecnologias e serviços que suportem seus negócios”, afirma Mark Rogers, CEO global do grupo Logicalis.

Article source: https://ecommercenews.com.br/noticias/parcerias-comerciais/logicalis-conquista-certificacao-cisco-global-gold/

Dimension Data adota Cisco Umbrella em estratégia de cibersegurança

A Dimension Data, integradora global de tecnologia e provedora de serviços gerenciados, anuncia a extensão de sua proteção contra ransomware, ataques de phishing, botnets e todos os tipos de software malicioso, com o Cisco Umbrella, o primeiro Secure Internet Gateway (SIG) na nuvem do mercado. A decisão de incorporar a plataforma da Cisco acompanha a primeira experiência da Dimension Data em proteger seus 28 mil funcionários e atende às necessidades de suportar uma força de trabalho cada vez mais móvel.

O Cisco Umbrella é uma plataforma de segurança na nuvem que fornece a primeira linha de defesa contra ameaças na internet.

“No cenário de ameaças crescentes de hoje, é crítico ter ferramentas robustas de segurança que suportam a mobilidade na nuvem com eficiência. Com o Cisco® Umbrella, conseguimos impedir ameaças proativamente em qualquer dispositivo móvel antes de elas acontecerem, com uma solução de segurança que é fácil de integrar com infraestruturas existentes”, disse Chris Panzeca, Diretor Sênior de Vendas de Parceiros Estratégicas Globais da Cisco.

“Hoje, o usuário médio utiliza quatro dispositivos por dia, e isso deve aumentar para cinco dispositivos conectados nos próximos quatro anos”, disse Darren O’Loughlin, Chief Security Officer da Dimension Data. “Conforme mais empresas buscam aproveitar os benefícios de uma força de trabalho que impulsiona plataformas de nuvem, aumenta a necessidade de implementar medidas apropriadas para manter dados, infraestruturas, aplicações e usuários seguros, independentemente de onde eles se conectam à internet, e mesmo se estão fora da VPN. É por isso que adotamos o Cisco Umbrella em nossa própria estratégia de cibersegurança.”

De acordo com o Relatório Global de Inteligência de Ameaças 2017 da NTT, ataques que visam usuários finais são uma das principais ameaças de cibersegurança em ascensão. Em linha com essa tendência, a segurança tem se tornado o principal foco em níveis hierárquicos mais altos. Agora, mais do que nunca, líderes de segurança estão sendo forçados a demonstrar um retorno de seus investimentos. Isso inclui o valor de negócio obtido por meio de medidas contínuas de proteção, detecção e resposta cibernéticas.

No ano passado, a Dimension Data publicou o white paper Securing Workspaces for Tomorrow, que explora o tema de como funcionários em todo o mundo já estão demandando um espaço de trabalho mais móvel, com a flexibilidade de trabalhar de qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer dispositivo para ganhar mais produtividade e alcançar um equilíbrio melhor entre vida pessoal e profissional.

“Por um lado, o endpoint móvel representa uma potencial virada de jogo para os negócios e, por outro, expõe os funcionários a riscos de segurança e a vulnerabilidades”, disse Matthew Gyde, Diretor de Segurança da Dimension Data. “Usuários móveis podem não ter o mesmo nível de segurança do que dentro do perímetro do escritório, e estão mais suscetíveis a ciberataques. Com o Cisco Umbrella, mesmo ameaças fora do perímetro de rede podem ser bloqueadas.”

Article source: https://www.itforum365.com.br/seguranca/dimension-data-adota-cisco-umbrella-em-estrategia-de-ciberseguranca/