23 de September de 2017

Ao menos 20 empresas eram alvo do malware da CCleaner

Após conseguir barrar o malware que infectou uma versão oficial do software CCleaner, utilizado para melhorar a performance de computadores, começaram as investigações para encontrar os responsáveis por algo tão sério e os motivos que o levaram a isso.

O blog de segurança Talos Intelligence, de propriedade da Cisco Systems, divulgou um estudo preliminar que aponta que ao menos 20 empresas eram alvos da invasão. Ao analisar o backdoor fornecido pelo malware, os investigadores encontraram uma lista de domínios que os criadores do malware inseriram no código para “segmentar o ataque”.

LEIA TAMBÉM: Alerta: hackers modificaram versão do CCleaner e infectaram pelo menos 2 milhões de computadores

Aparentemente, empresas como Samsung, HTC, Intel, Google e a própria Cisco eram os alvos especificados pelo backdoor. O programa recolhia dados sigilosos desses computadores e enviava para servidores controlados pelos hackers. Assim como podiam recolher, eles também poderiam fazer tais computadores baixarem conteúdo malicioso a qualquer momento.

A versão infectada foi identificada como a 5.33.6162 (32 bits), lançada em 15 de agosto, e foi baixada pelo menos em 2,27 milhões de computadores. Uma versão do CCleaner Cloud também foi infectada (a 1.07.3191), mas baixada apenas cinco mil vezes.

Em nota oficial, a Avasta, dona da empresa que desenvolve o CCleaner, rebate as conclusões do estudo e afirma que atualmente apenas 730 mil computadores rodam a versão infectada. A nota afirma que “a nossa investigação indica que conseguimos desarmar a ameaça antes que ela pudesse causar qualquer dano”, e a Avasta desligou o servidor utilizado por hackers.

Enquanto a Cisco recomenda restaurar o Windows para uma versão anterior, a Avast aconselha apenas atualizar o software. As duas empresas parecem estar em pé de guerra: uma desmente as informações da outra, e a Avast afirmou que ela própria já conhecia detalhes do malware dois dias antes da divulgação do estudo.

Mas o caso ainda não terminou. Nenhuma das duas empresas parecem capazes de responder o principal: como hackers conseguiram injetar código malicioso em uma versão oficial do CCleaner e por que isso foi descoberto apenas um mês depois? Até funcionários internos da Piriform são suspeitos, mas a Avast afirma que o caso ainda está em investigação.

É possível ler o estudo da Talos, com todos os detalhes técnicos, no blog oficial da empresa.

Article source: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/ao-menos-20-empresas-eram-alvo-do-malware-da-ccleaner-22092017

Malware no CCleaner tinha como vítima empresas de tecnologia

Foi no passado dia 18 de setembro que alertámos aqui para o facto de uma versão do CCleaner ter sido distribuída com malware. Aparentemente, o alvo era o utilizador final só que, dados recentes revelados pela Cisco Talos, mostram que afinal o ataque é bem mais sofisticado e era direcionado a empresas.

CCleaner

O CCleaner que é considerado um dos melhores softwares na limpeza do registo do Windows e também na remoção de “lixo” do sistema. No entanto, após um ataque silencioso aos servidores da Piriform, descobriu-se que o CCleaner v5.33.6162 e o CCleaner Cloud v1.07.3191 estavam a ser distribuídos com malware.

Segundo dados da Reuters, o CCleaner v5.33.6162 foi instalado em 2,27 milhões de máquinas. O CCleaner Cloud v1.07.3191 foi descarregado 5000 vezes. Estes dois softwares estiveram a ser disponibilizados aos clientes, pela própria empresa, durante 1 mês!

No entanto, depois de uma investigação mais detalhada ao exploit, por parte da Cisco Talos, descobriu-se que afinal as “vítimas” eram as empresas. Como se pode ver pela imagem seguinte, a lista de empresas era vasta, e inclui empresas como a Samsung, Cisco, VMWare, HTC, entre outras.

CCleaner

Os investigadores da Cisco Talos consideram que a segmentação de “empresas de tecnologia de top” leva a concluir que “há um foco na propriedade intelectual”.

De relembrar que esta vulnerabilidade está inerente a todas as transferências do software realizadas entre 15 de agosto e 12 de setembro de 2017. Qualquer utilizador que tenha descarregado a versão 5.33 ou que tenha atualizado a aplicação dentro deste período de tempo terá sido afetado.

Via Cisco Talos

Article source: https://pplware.sapo.pt/informacao/malware-no-ccleaner-era-atacar-empresas/

Esposa de Blairo retira cisco da cabeça, deve receber alta amanhã …


Article source: http://www.rdnews.com.br/cidades/esposa-de-blairo-retira-cisco-da-cabeca-deve-receber-alta-amanha-e-vir-a-cuiaba/90220

Cisco apresenta plataforma em nuvem para gestão de data center

 A nova ferramenta da Cisco permite que clientes gerenciem sistemas computacionais Cisco Unified Computing System (Cisco UCS) e Cisco HyperFlex com uma solução acessada como um serviço, a partir de cloud, aliviando a TI das tarefas de manutenção e gestão de infraestrutura local de equipamentos. 

O desafio dos sistemas e infraestruturas distribuídas em múltiplas nuvens, combinado com o acelerado ritmo de mudança trazido pela economia digital, começa a exceder a capacidade humana para gerenciar em tempo real e o Intersight quer ajudar as empresas a ultrapassar esse problema.

A plataforma da Cisco permite  que a infraestrutura dos data centers seja capaz de aprender, adaptar e proteger constantemente. Essa abordagem ajuda a equipe de TI a otimizar as operaçõese mitigar riscos, enquanto oferece e desfruta de uma experiência de usuário mais intuitiva.

O Cisco Intersight possui uma interface dinâmica que pode ser personalizada por atribuição e função de usuário. Como um serviço baseado em nuvem, a solução é fornecida por meio de um portal que não requer nenhum trabalho de atualização de ferramentas por parte do cliente, e a experiência é escalonada de forma fluida à medida que os usuários conectam diretamente novos sistemas para serem gerenciados através da ferramenta. 

A análise automatizada dos equipamentos é combinada com uma integração estreita com o Centro de Assistência Técnica da Cisco (TAC) melhora constantemente a assistência prestada através do mecanismo de recomendação. Além disso, a capacidade da plataforma Intersight de fornecer inteligência acionável aumentará ao longo do tempo, impulsionada pelo poder da aprendizagem em máquina baseada em nuvem. 

De acordo com a tecnológica, alguns clientes participaram da prova de conceito de engenharia da plataforma Intersight, tendo observado redução no tempo gasto em manutenção e otimização de infraestrutura e, com isso, puderam dedicar mais recursos para a construção de novas capacidades que habilitem oportunidades de negócio.

A solução estará disponível no quarto trimestre de 2017 e chegará em duas modalidades:

– The Cisco Intersight Base Edition estará disponível gratuitamente. A ferramenta inclui monitoramento e inventário global de disponibilidade, painel de controle customizável, o instalador HyperFlex para implantação rápida de clusters e a capacidade de lançar os gerenciadores de elementos UCS Manager, IMC e HyperFlex Connect.

– The Cisco Intersight Essentials Edition inclui todas as funcionalidades da edição Base, bem como a configuração baseada em políticas com perfis de serviço, gerenciamento de firmware com atualizações agendadas, verificações de conformidade de lista de compatibilidade de hardware (HCL) e recomendações de atualização, além de outros recursos.

 

Article source: http://www.bitmag.com.br/2017/09/cisco-apresenta-plataforma-em-nuvem-para-gestao-de-data-center/

AkzoNobel Invests in Enhanced Color Capabilities at Columbus, OH …

COLUMBUS, Ohio, Sept. 21, 2017 /PRNewswire/ – AkzoNobel, a leading manufacturer of coil coatings for the metal construction industry, announces the completion of a new, dedicated color mixing cell for its TRINAR® coatings at the Columbus, OH production facility. Designed to provide the highest level of quality and service to coil coating customers, the cell is equipped with a new state-of-the-art Automatic Dosing Unit (ADU) and incorporates the most advanced quality inspection techniques. These enhanced capabilities will enable high color precision and faster paint production.

The ribbon was cut at AkzoNobel’s coatings facility in Columbus, OH on a $2 million addition that will increase capacity and enable greater flexibility in meeting customer demands.

“AkzoNobel invested nearly $2.0 million in this project to increase capacity and enable greater flexibility in meeting customer demands,” said Julian Cass, business director for AkzoNobel’s North America Metal Coatings business. “The new cell reflects our deep commitment to the metal construction industry and to delivering the highest level of service, quality and satisfaction to our customers.”

Victoria Kale, marketing manager for North America Metal Coatings added, “Our coil coating customers continually seek ways to differentiate themselves in the market, and they often use color to accomplish this. This investment enables us to more rapidly produce a wide range of color options with the greatest color accuracy.”

The inauguration of the new cell coincides with the 30th anniversary of AkzoNobel’s TRINAR coating. The first batch of TRINAR was produced in Columbus in 1987. Since its introduction, TRINAR has continued to provide essential protection, finish and color to buildings across North America.

TRINAR is a high-performance fluoropolymer top coat containing a minimum of 70 percent polyvinylidene fluoride (PVDF) resin. The unique resin combines with other proprietary resins and high-quality ceramic and select inorganic pigments to create a tough, durable and weather-resistant finish. Although tough, the TRINAR finish is also flexible, enabling architectural expression, making it an ideal choice for metal roofing, ACM panels, wall panels, siding, canopies and facia. TRINAR is frequently specified for use in architectural, commercial, institutional or high-end residential and agricultural installations.

More information about TRINAR and other AkzoNobel metal coating products is available at www.akzonobel.com/ccna.

AkzoNobel Metal Coatings manufactures high-performance coatings to meet the needs of the metal construction industry. Our products include TRINAR, a 70 percent PVDF coating, and CERAM-A-STAR 1050, the benchmark of SMP paint systems. Both products are available in our Cool Chemistry formulations, which help make projects more energy efficient and sustainable. AkzoNobel coatings are widely specified for their excellent performance and durability, as well as their color and gloss retention.

AkzoNobel creates everyday essentials to make people’s lives more livable and inspiring. As a leading global paints and coatings company and a major producer of specialty chemicals, we supply essential ingredients, essential protection and essential color to industries and consumers worldwide. Backed by a pioneering heritage, our innovative products and sustainable technologies are designed to meet the growing demands of our fast-changing planet, while making life easier. Headquartered in Amsterdam, the Netherlands, we have approximately 46,000 people in around 80 countries, while our portfolio includes well-known brands such as Dulux, Sikkens, International, Interpon and Eka. Consistently ranked as a leader in sustainability, we are dedicated to energizing cities and communities while creating a protected, colorful world where life is improved by what we do.

 

View original content with multimedia:http://www.prnewswire.com/news-releases/akzonobel-invests-in-enhanced-color-capabilities-at-columbus-oh-site-300524025.html

SOURCE AkzoNobel

Article source: http://markets.businessinsider.com/news/stocks/AkzoNobel-Invests-in-Enhanced-Color-Capabilities-at-Columbus-OH-Site-1002405097

A Baseline for Success: Creating Sustainable PPPs




By Laura Quintana, VP of Corporate Affairs at Cisco

This is the fourth article in a five-part series on how a company or organization can develop, implement, and sustain successful public-private partnerships (PPP) that achieve large-scale impact. Click to read part one on determining who to work with, part two on determining when and how long to engage, part three on determining how to execute, and stay tuned for next week’s final post on how to leverage technology and innovation.

How can a company or organization develop, implement and sustain successful public-private partnerships (PPPs) that achieve large-scale impact? We’ll discuss in depth today at 10am PT during our #CiscoChat, where we’ll be joined by industry thought leaders to explore PPP best practices and real-world successes.

To develop and sustain successful public-private partnerships, companies must ensure long-term sustainability. Clearly defining success metrics, establishing a baseline, and developing a process for continuous monitoring helps PPPs determine what collaborative success looks like.

Monitoring, analyzing, and reporting these metrics and outcomes can help prioritize projects as well as provide continuous learning, improvement, and replication opportunities. It’s also important to consider how the political and partnership landscape may evolve over time and to update the PPP model, transfer ownership, or implement an exit strategy accordingly.

Cisco Networking Academy, a world-leading IT skills and career building program, addresses the growing need for IT talent by equipping students with entry-level IT and 21st-century career skills. Networking Academy is Cisco’s longest-running corporate social responsibility (CSR) program, and this year, we are celebrating 20 years of impact. We focus on keeping up with rapid technological change, student learning preferences, and employer needs to ensure Networking Academy remains, and will continue to remain, relevant and successful. As such, our program is insights-based and strategically designed to build interest and competency.

An important piece of our long-term strategy is making sure technology and innovation create inclusive opportunities, enabling all people and societies to thrive. As such, we recently committed to expanding the Cisco Networking Academy for people with diverse abilities.

Over the past decade, more than 3000 students with disabilities have benefited from Networking Academy courses, delivered in partnership with organizations helping students with vision, hearing, and selected physical disabilities. We are scaling the reach of this program and have a goal to empower 10,000 students with disabilities within five years.

Digital skills can be an equalizer for people with disabilities, who often have poorer health outcomes, lower education achievements, and higher rates of poverty than those without disabilities.


Wilson Nyabera

Wilson Nyabera, who is hearing impaired, grew up in Kibera, Africa’s largest slum. Wilson earned his Cisco CCNA certification after taking Networking Academy courses at Deaf Aid in Kenya, and now works as a network engineer for Copy Cat, an office automation and information technology company. With his salary, he is able to invest in his community and his family, paying his mother’s rent and his younger sister’s school fees.

Over the past 20 years, we have seen firsthand how critical PPPs are, as we’ve worked in collaboration to grow Networking Academy into the world’s leading digital skills and career building program. Bringing new digital professionals into the workforce and building an inclusive digital economy is good for society and business, benefitting partners, customers, and developed and developing economies.

But, most importantly, it benefits millions of students around the globe who receive affordable and accessible education.

Have a question or comment? Tweet at @CiscoCSR and be sure to join us September 21, from 10-11 a.m. PT, for a #CiscoChat with PPP thought-leaders.

Images credit: Cisco

Article source: http://www.triplepundit.com/special/cisco/baseline-success-creating-sustainable-ppps/

Conversas Soltas: “Super-comercial que não é um comercial …

As empresas precisam de um “super-comercial que não é um comercial“, defendeu a diretora geral da Cisco, Sofia Tenreiro, na segunda edição do Conversas Soltas. Juntou-se ao painel João Epifânio, da Meo, e Isabel Carneiro, da Polopique, que concordaram. Seja na relação com o consumidor final, no caso da Meo, ou no papel de fornecedor, como é o caso da têxtil Polopique, a conclusão é unânime: as funções que cabem à gestão comercial das empresas são cada vez mais amplas.

Pela segunda vez, o ECO e o Banco Popular reuniram executivos em torno de um tema transversal a todas as empresas. Em julho, as conversas centraram-se no Marketing e Comunicação. Esta quinta-feira, o tema escolhido foi a gestão comercial. Carla Santos, coordenadora executiva de comunicação do Popular, salientou que as equipas comerciais “têm sabido adaptar-se às mutações constantes que têm existido no mercado” mas mantêm-se questões sobre a abordagem futura. As prioridades das empresas convidadas estão definidas: a Cisco fala em “confiança e flexibilidade”, a Meo em “proximidade e conhecimento” e a Polopique num “acompanhamento próximo e chegar primeiro”. Quanto ao caminho para lá chegar, é o que se segue.

Cisco: “Confiança e flexibilidade”

A conversa começou com uma certeza de Sofia Tenreiro: “Hoje o papel do comercial não é o do típico vendedor“. Segundo a diretora geral da Cisco, as empresas precisam de um “super-comercial que não é um comercial“, que consiga agregar as funções que habitualmente se dividem pelos departamentos de pré-venda, consultoria e comercial para dar o melhor apoio ao cliente. Isto é, “ter a propriedade de saber as soluções técnicas mas também saber fazer as perguntas corretas para perceber as necessidades e finalmente gerir a colaboração externa“. Uma separação destas funções não é desejável: obriga o cliente a repetir-se e “perde-se muita informação”, afirma Sofia.

“Hoje o papel do comercial não é o do típico vendedor.”

Sofia Tenreiro

Diretora Geral da Cisco

As necessidades de agregação vão mais longe: até à coopetition, a cooperação entre concorrentes para satisfazer o cliente comum. Cada vez mais os clientes querem uma simplificação da parte dos fabricantes e esperam que “haja um que consiga aliar vários”, explica Sofia com base na experiência da Cisco.


Sofia Tenreiro, diretora geral da CiscoPaula Nunes / ECO 21 Setembro, 2017

Dentro da empresa, os objetivos comerciais estão muito presentes dado que “cada pessoa tem um pensamento muito focado nos resultados da empresa“, embora não se pretendam “bons resultados a qualquer preço”, ressalva. No horizonte, a Cisco tem como prioridade para a gestão comercial estabelecer a “confiança e flexibilidade” necessárias para incorporar as mudanças. “É necessária muita formação para as novas tendências” — desde cibersegurança a cidades inteligentes — para fomentar a confiança entre os colaboradores. A Cisco preocupa-se ainda em dar compensações ajustadas ao perfil de cada colaborador tendo em conta a fase da vida em que se encontra e as necessidades próprias de cada um. A flexibilidade estende-se ao ritmo de trabalho: “Podem estar na praia se quiserem desde que sejam entregues os objetivos”, ilustrou Sofia. A executiva acredita que estes benefícios “complementam muito bem” a remuneração mais direta.

Acredito numa tecnologia com alma, acompanhada pelo fator humano.

Sofia Tenreiro

Diretora Geral da Cisco

A Cisco, como empresa de referência no setor tecnológico, já conseguiu aperceber-se de que os consumidores não se importam de comprar online produtos mais indiferenciados, embora Portugal seja uma exceção. Por cá, é preciso o contacto, um “aspeto consultivo muito mais forte do que noutros países” e vendem-se essencialmente serviços, observa. Contudo, “acredito numa tecnologia com alma, acompanhada pelo fator humano”, assinala Sofia Tenreiro. “Não basta vender tecnologia: tem de se perceber que vai ser utilizada pessoas e cada um tem a sua interpretação“, acrescenta. A diretora geral da Cisco descreve o envolvimento das equipas humanas como “uma abordagem necessária e que tem de continuar a existir”. “O cliente ainda gosta de saber quem está do outro lado para o caso de surgirem problemas”, justifica.

Meo: “Proximidade com conhecimento”

Hoje quando se dirigem a um ponto de venda [os clientes], não se limitam às perguntas básicas“, comenta João Epifânio, diretor de Vendas B2C da Meo. Isto obriga os comerciais a apresentar soluções diferentes para diferentes perfis. Neste sentido, as vendas estão incluídas na gestão comercial e mesmo a pré-venda, o suporte mais técnico, funciona de modo integrado.

A prioridade da gestão comercial é desta forma atingir a proximidade ao cliente com um conhecimento elevado do mesmo e dos produtos. Os comerciais têm de saber os diferentes meios de cobertura à disposição, o perfil de consumo do cliente e só depois fazer a sugestão do produto, pois “um produto melhor também vai deixar os clientes mais satisfeitos” e que portanto vai permitir que “rodem menos entre operadores”. Às vezes um incremento de dois ou três euros ao preço pode garantir uma qualidade substancialmente melhor — e é o papel do comercial saber quando o deve aconselhar.

A preocupação de como vender tem de existir muito antes de chegar ao comercial.

João Epifânio

Diretor de Vendas B2C da Meo

Como conjugar vendas e receitas com consultoria e serviço? A “preocupação de como vender tem de existir muito antes de chegar ao comercial”, defende João Epifânio. Os pacotes de serviços, cada vez mais alargados, são um exemplo de desenho do produto que vem precisamente ajudar à eficácia das vendas. Isto sem desvalorizar o papel do comercial que tem “uma função muito exigente, diria talvez a função mais exigente”, arrisca o diretor de vendas da Meo.


João Epifânio, Diretor de Vendas B2C da Meo.Paula Nunes / ECO 21 Setembro, 2017

A “função mais exigente” tem que ser devidamente compensada, até porque “comercial sem dinheiro no bolso não vende“, afirma o líder de vendas. Neste sentido, a remuneração variável poderá ser superior à fixa, mas tenderá a ser equivalente. Outra componente da motivação é, à semelhança do que acontece na Cisco, a formação. “Não se pode vender sempre com a mesma metodologia” e a aprendizagem contribui para que os níveis de confiança saiam reforçados. Por fim, as políticas de rotação de quadros estão a ser afinadas com a nova dona, a Altice, pois “funcionam particularmente bem em termos de retenção” de acordo com o executivo, que deteta ainda a presença de “cada vez mais portugueses na estrutura corporativa da empresa”.

“Comercial sem dinheiro no bolso não vende.”

João Epifânio

Diretor de vendas B2C da Meo

A digitalização também simplifica os processos, mas “ainda não estamos lá”, assume João, referindo-se mais especificamente à subscrição online de serviços. A empresa encontra-se contudo a “trabalhar fortemente nestes processos”. Entretanto, a redistribuição da rede de lojas para evitar que os clientes tenham que se deslocar mais de 50 quilómetros é outra forma de aproximação. Os canais telefónicos, a transição de tarifários… tudo tem de ser simplificado.

Polopique: “Acompanhamento próximo e chegar primeiro”

A Polopique está dimensionada para grandes distribuidores, como “não existem muitos no mundo”, diz Isabel Carneiro, a diretora geral da Polopique. É o caso do grupo Inditex. Por esta razão “não nos interessa ir a todos”, afirma a diretora, mas mantém-se consistente no tratamento: proximidade. As equipas vão frequentemente ao encontro do cliente. “Se tiverem de estar a trabalhar uma semana com o cliente estão”, reitera. E as instalações da empresa têxtil de Santo Tirso também recebem várias vezes os clientes.

Qualquer criador gosta de ver o trabalho valorizado. Quando o produto sai há um estímulo [para as equipas que o desenham].

Isabel Carneiro

Diretora Geral Polopique

Entre os tecidos, a equipa de desenvolvimento e a do departamento comercial “entrelaçam-se” pois “qualquer criador gosta de ver o trabalho valorizado” e a venda do produto é um estímulo para as equipas que o desenham. As equipas têm uma informação trimestral da evolução do negócio, e reúnem frequentemente com a direção para receber um feedback mais direto do cliente e “poderem reagir”. A capacidade de reação é particularmente importante numa indústria como a da moda em que “todas as semanas estamos a propor coisas” conta a diretora.

A digitalização tem acelerado o passo ao setor, pois quando o site é a montra, “passado uma semana queremos ver uma coisa diferente”, explica ainda. A Polopique consegue atualmente responder no passo de duas a três semanas a uma nova tendência ou à reposição de um artigo. A verticalidade da empresa, isto é, a participação em várias fases da cadeia de valor, ajuda à agilidade. Neste momento exportam a maioria da produção: enviam para Espanha e a partir de lá se faz a distribuição.


Isabel Carneiro, a Diretora Geral da Polopique.Paula Nunes / ECO 21 Setembro, 2017

Num mercado em crescimento e “cada vez mais aguerrido” nas palavras de Isabel, a executiva acredita que a Polopique oferece as melhores condições aos colaboradores. “As pessoas sabem que são reconhecidas em função do desempenho”. Para além do mais, os rendimentos dos trabalhadores situam-se sempre “acima do ordenado mínimo”, garante, e têm especial atenção a assuntos de segurança social pois dão “tranquilidade” aos trabalhadores. Dificuldades no recrutamento são poucas uma vez que “Portugal tem boas escolas de moda” e a empresa também investe na formação aos seus profissionais.

Article source: https://eco.pt/2017/09/21/conversas-soltas-super-comercial-que-nao-e-um-comercial-precisa-se/

Malware do CCleaner tinha empresas de tecnologia como alvo

O malware que foi distribuído junto com o CCleaner por quase um mês foi barrado, mas só agora algumas questões começam a ser respondidas. Não estava claro, por exemplo, quais os alvos do ataque. Mas análises recentes apontam que pelo menos 20 empresas estavam na mira dos invasores. O problema foi mais sério do que parece.

A versão 5.33.6162 do CCleaner para Windows e o CCleaner Cloud 1.07.3191 foram distribuídos entre 15 de agosto e 11 de setembro. Ambas as versões estavam contaminadas com um código malicioso oculto programado para agir sem o usuário perceber.

CCleaner

Estima-se o CCleaner contaminado tenha sido instalado em 2,27 milhões de computadores, embora as análises do Cisco Talos (um dos grupos que reportaram o ataque) indiquem que “apenas” 700 mil máquinas se comunicaram com o servidor que comandava o malware.

Os analistas acharam indícios de que os autores do malware tentaram encontrar, entre as máquinas contaminadas, computadores dentro de redes de cerca de 20 companhias de tecnologia, entre elas, Akamai, D-Link, Intel, Google, Microsoft e Samsung, além da própria Cisco.

Aparentemente, esse não foi um trabalho difícil de executar. As primeiras análises já indicavam que o malware conseguia coletar dados como nome do computador, lista de softwares instalados, processos em execução e endereços MAC. Essas informações podem ser usadas para identificação dos alvos.

Essa filtragem, por assim dizer, identificou máquinas em pelo menos metade das empresas alvejadas. É aqui que mora o perigo: a partir da brecha aberta pelo malware inserido no CCleaner, esses computadores podem ter executado código malicioso desenvolvido para capturar dados sigilosos, por exemplo.

Alvos do malware

Diante dessa possibilidade, a recomendação dos analistas da Cisco de restaurar o sistema operacional dos computadores afetados — e não apenas remover a versão contaminada do CCleaner — passa a ter mais validade, pelo menos em PCs de empresas.

Em nota enviada ao Tecnoblog no dia 19, a Avast (dona da Piriform, empresa responsável pelo CCleaner) afirmou que a recomendação do Cisco Talos é incorreta, pois a versão 5.34 e a atual versão 5.35 removem o malware; além disso, a empresa afirma que o servidor dos invasores foi derrubado.

Entretanto, por conta das recentes descobertas, a Cisco insiste que a simples remoção ou atualização do CCleaner não é suficiente, ao contrário do que a Avast sugere.

Tudo indica que essa novela está longe do fim. Ainda falta descobrir, por exemplo, como o código malicioso foi inserido no CCleaner sem ninguém perceber. A possibilidade de algum desenvolvedor da Piriform ter contribuído para isso não foi descartada. A Avast afirma que as investigações continuam.

Com informações: Wired, TechCrunch

Article source: https://tecnoblog.net/224154/malware-ccleaner-alvos/

Digital life stories spark joy in people with dementia

I was sitting on the sofa across from Christine in her home. She offered me a cup of coffee. Each time I visited, she sat in the same spot — the place where she felt most comfortable and safe. She had shared stories from the past and decided to talk about the birth of her daughters, grandchildren and great grandchildren.

For Christine, a research participant in a multi-sited study into dementia and digital storytelling, the fear dementia brings is that she won’t be able to be a part of special moments such as the celebration of birth.

As we worked together in Edmonton, creating a multimedia story from her memory, Christina started to remember new things. She became emotional when she talked about her daughters becoming mothers themselves. She pointed out that the project was so much more powerful than looking through a photo album. Like many participants, she said she recalled stories she hadn’t thought about for years.

As a post-doctoral fellow in occupational therapy under the supervision of Dr. Lili Liu, at the University of Alberta I worked with several participants in this study. Funded by the Canadian Consortium on Neurodegeneration in Aging, one of our goals was to investigate quality of life and how technology affects the lived experiences of persons with dementia.

Technology and quality of life

In this research project we defined digital storytelling as using media technology — including photos, sound, music and videos — to create and present a story.

Most previous research on digital storytelling and dementia has focused on the use of digital media for reminiscence therapy, creating memory books, or enhancing conversation. Collaboratively creating personal digital stories with persons with dementia is an innovative approach, with only one similar study found in the United Kingdom.

During this project, I met with seven participants over eight weeks. Our weekly sessions included a preliminary interview to discuss demographics and past experiences with technology. Then we worked on sharing different meaningful stories, selecting one to focus on and building and shaping the story. This included writing a script, selecting music, images and photographs and editing the draft story.

“I was blessed with wonderful parents, and I was a mistake,” begins Myrna Caroline Jacques, 77, a grandmother of five.

Participants worked on a variety of topics. Some told stories about family and relationships, while others talked about a particular activity or event that was important to them. After all participants completed their digital stories, we had a viewing night and presented the stories to family members.

Happiness in the moment

It was an intense process. Eight sessions working one-on-one with persons with dementia required a significant amount of thinking, remembering and communicating for the participants. There were challenges, such as when participants found themselves unable to express their thoughts or remember details.

In this digital story, Christine Nelson talks of her love for her children and her fear of forgetting special moments.

Although many participants were tired after a session, they all felt that it was a beneficial and meaningful activity. Working in their homes on a personally gratifying activity with a tangible outcome seemed to keep them motivated and eager to continue. The process was also enjoyable and gave the participants something to look forward to each week.

There was a sense of happiness in the moment. And the way that participants responded to me, along with their ability to remember who I was and the purpose of our sessions, all indicated a deeper positive connection. The participants all felt a sense of accomplishment and family members were proud to see the end product at the viewing night.

Into the future

I have met with one of the research participants again recently, and she still remembers me. I would like to follow up with the others to get a sense of the long term impact of this digital storytelling project. I am also eager to see how the findings in Edmonton line up with those from the studies in Vancouver and Toronto.

For the participants, talking about memories helped them open up about having dementia. Getting past the fear and looking ahead with optimism was the message I heard, and one that I hope to keep hearing.

Article source: http://theconversation.com/digital-life-stories-spark-joy-in-people-with-dementia-83194

Royal Palm Hall tem infra Cisco | Notícias | Baguete

O Royal Palm Hall, centro de convenções em fase final de construção em Campinas, terá infraestrutura de rede e Internet da Cisco, implantada pela integradora Go Ahead em um contrato de R$ 830 mil.

Sala para eventos será a maior do país. Foto: divulgação.

  • Arris compra Ruckus por US$ 800 mi
  • Linktel expande wi-fi no Aeroporto de Curitiba
  • Arezzo muda rede com Nap IT

O projeto inclui um total de 600 pontos de acesso simultâneo em rede com fio e capacidade para até 7,5 mil acessos simultâneos em rede sem fio.

A estrutura com tecnologia da Cisco terá interconexão óptica com dupla abordagem, num total de 70 mil metros de rede Wired CAT6, 13,6 mil metros de cabos ópticos, 18 áreas técnicas e 102 pontos de acesso, além de contar com dupla abordagem elétrica e dupla abordagem em operadoras de telecomunicações e telefonia IP.

O prazo para conclusão do projeto está previsto para junho de 2018. 

A proposta do novo complexo é reunir em um só local todas as necessidades de eventos, com centro de convenções de porte, hotéis de diferentes categorias e ampla oferta de alimentação. 

“A ideia é superar as expectativas de nossos clientes em um nível inédito no Brasil. O que trazemos para o mercado hoje é muito diferente dos pavilhões de exposição e centros de convenções tradicionais”, afirma Antônio Dias, diretor executivo do grupo Royal Palm Hotels Resorts.

Com 44 mil m² de área construída, o empreendimento terá o maior espaço para eventos do país, com 4,5 mil m².

O projeto que ainda inclui dois hotéis, prédios corporativos e um centro comercial, com incorporação e construção pela Odebrecht Realizações Imobiliárias.

A localização do espaço, circundado pelas rodovias Anhanguera e Santos Dumont, e com acesso fácil para as rodovias Bandeirantes e Dom Pedro II, além de estar a 16 km do Aeroporto de Viracopos, fortalece ainda mais as características para a realização de eventos de grande porte.

Article source: https://www.baguete.com.br/noticias/20/09/2017/royal-palm-hall-tem-infra-cisco